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Nota Oficial

PortodeSuape

Diante do acidente ocorrido no Porto de Beirute, supostamente em virtude da armazenagem incorreta de grande quantidade de nitrato de amônio, a administração do Complexo Industrial Portuário de Suape vem esclarecer o seguinte:

Não existe, hoje, entrada do nitrato de amônio no Porto de Suape, nos moldes do Porto de Beirute, com grandes navios concentrando grande quantidade do produto a granel. Desde agosto de 2016, as entradas do produto se dão por contêineres (muito mais seguros por serem herméticos), com no máximo 27 toneladas cada e são armazenados por pouco tempo em terminais de administração privada, sob autorização, protocolos e fiscalização do Exército Brasileiro.

Salientamos que não há movimentação do nitrato de amônio em áreas públicas do Porto de Suape. E os terminais de uso privado têm suas próprias licenças operacionais dos devidos órgãos de controle, que avaliam os riscos de cada operação, os procedimentos preventivos e as respostas a acidentes.

Disque Caminhoneiro tira dúvidas sobre novo acesso ao Porto de Suape, via pátios de triagem

Soft opening para caminhões de contêineres foi prorrogado até o dia 10 de agosto

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O Disque Caminhoneiro, serviço gratuito disponibilizado por Suape para prestar apoio à categoria com informações sobre os serviços essenciais no Estado durante a pandemia da Covid-19, passa a funcionar com um outro enfoque, a partir desta segunda-feira (03): tirar dúvidas sobre o novo acesso ao Porto de Suape, via pátios de triagem. O telefone 0800.095.0448 continuará operando 24 horas por dia, nos dias úteis, por tempo indeterminado.

Três pátios de triagem de caminhões foram inaugurados no dia 20 passado pelas empresas Sulog, Cone e Êxito e vinham funcionando em regime soft opening (gratuitamente) até este domingo (2). Após vistoria realizada nesta sexta-feira (31), os dois primeiros tiveram homologação para operar formalmente e o da Êxito deve receber autorização nos próximos dias, pois ficou com uma pendência documental.

"Também há um ajuste de sistema a ser feito no Tecon, então os caminhões de cargas conteineirizadas se manterão em soft opening até o próximo dia 10", afirma Millena Siqueira, coordenadora de concessões e participações de Suape. "Ainda identificamos pequenos ajustes a serem realizados, nos pátios, mas nada que interfira na operação, vamos continuar orientando os caminhoneiros, tirando suas dúvidas e acompanhando tudo de perto, para que o serviço funcione da melhor maneira possível".

Todos os caminhões que acessam o Porto devem estar previamente agendados e triados. A triagem é automatizada, garantindo mais agilidade nos serviços dos caminhoneiros durante o processo de coleta e descarga nos 21 terminais presentes na área do Porto Organizado. Cada pátio conta com 500 vagas estáticas. Todos operam 24 horas por dia, de domingo a domingo. O investimento total dos três projetos foi de R$ 70 milhões, com geração de 140 empregos diretos e 463 indiretos.

"O principal ganho com os pátios é a questão da segurança dos caminhoneiros e de toda a comunidade portuária. E como o sistema passou a ser automatizado, teremos maior controle de informações e isso nos ajudará a tomar decisões mais assertivas e, em um curto espaço de tempo, vamos ter melhorias operacionais significativas", explica o presidente do Porto de Suape, Leonardo Cerquinho.

O ordenamento do tráfego de veículos dentro do Porto está previsto na Resolução 3274/2014 da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que determina ser de competência da Autoridade Portuária fiscalizar o acesso à área do Porto Organizado e estabelece infrações administrativas, caso as atribuições não sejam desempenhadas a contento. A implantação dos pátios também está de acordo com determinações da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no que diz respeito à fiscalização do transporte rodoviário de cargas.

As tarifas mínimas estabelecidas pelas credenciadas variam, de R$ 30 a R$ 60, dependendo do pátio, e estão em convergência com os preços praticados em outros pátios de triagem de caminhões em operação no território brasileiro. O valor da tarifa deve ser arcado ou repassado pelo dono da carga, ou seja, deve estar incluso no total do frete das mercadorias.

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EXCEÇÕES

Estão dispensados de acessar os pátios de triagem os caminhões relativos à carga de projeto ou carga de operação especial; serviços internos do porto; obras de ampliação de infraestrutura, manutenção e reparos em geral; suprimentos para embarcações; veículos tipo cegonha; caminhões de instituições e órgãos públicos. Nesses casos, a administração portuária receberá a comunicação dos próprios terminais ou empresas responsáveis e fará a liberação da entrada desses veículos.

Apesar da reabertura dos estabelecimentos comerciais no Estado, o serviço de apoio aos caminhoneiros com mapas interativos e telefones de serviços essenciais do Estado continua disponível no site de Suape para consulta.

Agricultores de Sacambu aprendem tecnologias inovadoras e sustentáveis

Assentamento recebeu o terceiro laboratório vivo implantado por Suape/Serta

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Agricultores do Assentamento Bruno de Albuquerque Maranhão, conhecido como Engenho Sacambu, no Cabo de Santo Agostinho, não imaginavam que podiam aprender a plantar diferente, cultivar peixes em uma caixa d'água e utilizar sobras de comida e até as próprias plantas para adubar o cultivo. E essas são só algumas das inovações levadas à comunidade por meio do terceiro laboratório vivo de ecotecnologias implantado na região pelo Complexo Industrial Portuário de Suape em parceria com o Serta (Serviço de Tecnologia Alternativa). O novo espaço foi inaugurado nesta quinta-feira (30), e vai reforçar a economia local.

O laboratório tem 287 metros quadrados e está localizado na sede da Associação de Agricultores, popularmente conhecida como Casa Grande, sendo o primeiro da área rural. No local, foram instaladas 14 ecotecnologias: aquaponia, cisterna de ferro e cimento, composteira caseira em balde, horta vertical em pallet, sistema agroflorestal, fechamento automático da porteira, sistema de captação de água da chuva, hidroponia de milho, galinheiro móvel, composteira em alvenaria, minhocário, horta em formato de pétalas, farmácia viva em pneus e desidratador solar.

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As ecotecnolgias foram escolhidas pelos próprios agricultores. O desidratador, por exemplo, usa a luz solar para desidratar frutas e outros alimentos orgânicos, uma solução simples para aproveitar frutas muito maduras que acabariam sendo jogadas fora e que, desidratadas, podem ser consumidas pela comunidade ou comercializadas. Já a hidroponia de milho é capaz de transformar um quilo de milho em dez quilos de ração. Sacambu é uma região que produz e comercializa, nas feiras livres do Cabo e de Ipojuca, diversas frutas, verduras, hortaliças e raízes.

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"A gente passou o tempo todo trabalhando de forma errada. Agora a gente vê o certo, a agricultura orgânica de qualidade e a gente vai fazer isso em Sacambu. A vida da gente mudou. Vejo várias formas de trabalhar sem precisar de veneno, não tinha conhecimento. Abriu a mente. Abriu a porta da liberdade. Agricultura com mais saúde para todos", comemora Clodomir Vieira, presidente da Associação de Agricultores do assentamento. "O jovem que estava atrasado no colégio agora está vendo que o caminho é o do Serta, o caminho do conhecimento".

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"Aliar o desenvolvimento econômico ao socioambiental é uma prioridade de nossa gestão e esse projeto vai melhorar a qualidade de vida de muita gente, é gratificante", afirma o presidente do Complexo de Suape, Leonardo Cerquinho. O diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Carlos Cavalcanti, complementa: "Estamos muito felizes com o resultado da implantação dos laboratórios. Ao todo, serão contempladas dez comunidades, no período de um ano".

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O projeto, que começou no Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, em formato de mutirão, passou por adaptações diante da pandemia ocasionada pela Covid-19. E, esta semana, foi entregue o segundo, no Engenho Massangana, após um mês de trabalho, com grupos menores, de até dez pessoas por dia. O laboratório de Sacambu seguiu a mesma linha. Uma equipe do Serta também realizou a distribuição de 100 máscaras de tecido para as famílias residentes no território.

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"Distribuímos um total de 800 máscaras para as comunidades e assentamentos rurais que estão participando do projeto. Foram 500 em Nova Vila Claudete, 200 no Engenho Massangana e 100 no Assentamento de Sacambu. A ideia é reforçar a segurança de cada membro da comunidade, garantindo a efetiva participação deles no projeto. Nas inaugurações estamos limitando a entrada nos laboratórios. Em Sacambu, dividimos os moradores em quatro grupos de cinco pessoas. Cada grupo passava por uma ecotecnologia diferente, evitando o aglomeramento", afirma Germano Barros, diretor da Escola Técnica do Serta.

Golar assina contrato de fornecimento de GNL com a Copergás, via terminal em Suape

Modelo inédito de parcerias com companhias estaduais de gás viabilizará a interiorização do energético, beneficiando, na ponta, mais indústrias, comércios e veículos

Priscila Darc Suape 9

A Golar Power assinou, nesta quinta-feira (30/07), contrato de fornecimento de GNL com a Companhia Pernambucana de Gás Natural (Copergás) para a implantação da primeira Rede Estruturante de Gasoduto do Nordeste, em Petrolina (PE). O projeto, que terá o investimento da Golar de US$ 2 milhões, é um desdobramento do protocolo de intenções que a Golar assinou com o Governo do Estado de Pernambuco, em março deste ano, para a implantação de um Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Complexo Industrial Portuário de Suape, previsto para entrar em operação no primeiro trimestre de 2021.

Em parceria com as companhias distribuidoras de gás natural canalizado, a Golar pretende implementar a infraestrutura em cidades distantes dos dutos, promovendo assim a interiorização do energético. Em Petrolina, a Copergás vai implantar um gasoduto de 40 km para fazer a distribuição do gás a partir de uma grande unidade de regaseificação a ser construída pela Golar, que irá receber um volume de 40 mil m³/dia de GN transportados em iso-conteinêres que serão abastecidos pelo Terminal de GNL de Suape.

Nesta quinta-feira, a Golar também recebeu no Porto de Suape o primeiro lote de dez iso-contêineres importados para viabilizar o projeto, de um total de 70 que chegarão até o fim do ano.

Para o CEO da Golar Power, Eduardo Antonello, a parceria com as companhias de gás para viabilizar as redes estruturantes é o caminho para promover a oferta do gás, criando demanda para o volume de gás disponível no Brasil. "Acreditamos que esta estratégia é a mais eficiente para aproveitarmos a abertura do mercado de gás, pois assim conseguimos disponibilizar o gás natural em cidades que estão afastadas da malha de gasodutos, e que, de outra forma, não teriam acesso a esta fonte. Vamos ajudar também numa transição para uma matriz energética de baixo carbono, substituindo o carvão, óleo diesel e GLP, nas indústrias, e o diesel, como combustível de veículos pesados.A implementação de caminhões movidos a GNL, por exemplo, poderia reduzir o preço do frete no país, permitindo um melhor rendimento aos caminhoneiros", afirmou.

Segundo levantamento da Golar, cerca de 170 municípios com mais de 100 mil habitantes não contam com gasodutos. No total, 95% das cidades brasileiras estão desprovidas de gás natural. Para o vice-presidente da Golar, Marcelo Rodrigues, este cenário atesta a relevância do projeto de distribuição do GNL em pequena escala (small scale) da Golar, ao viabilizar uma estrutura de distribuição do gás sem a necessidade de construir gasodutos muito extensos.

"Petrolina está a 750 quilômetros de Recife. O gás dificilmente chegaria em Petrolina se não fosse pela estrutura de transporte do GNL e regaseificação que vamos implementar com a Copergás. O gás que chegará a Petrolina vai abastecer indústrias, comércio, postos de GNV e residências", explicou.

"A parceria com a Golar implementa aquela que é a prioridade do Governo Paulo Câmara e da Copergás: interiorizar a distribuição do gás natural, aumentando nossa competitividade e ajudando na atração de novos empreendimentos para o Estado. Além de mais econômico e seguro, o GN é mais sustentável que outros combustíveis. Essas vantagens estarão disponíveis para um número maior de pernambucanas e pernambucanos", afirmou o diretor-presidente da Copergás, André Campos.

Terminal de Suape

Em março deste ano, a Golar Power assinou protocolo de intenções com o Governo do Estado de Pernambuco para estabelecer um novo hub de abastecimento de gás natural no Nordeste, com aimplantação do Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Complexo Industrial Portuário de Suape, com investimento de R$ 1,8 bilhão. O projeto prevê uma infraestrutura de suprimento de gás natural para geração de energia elétrica, além de atender demandas das indústrias, comércio, postos de GNV/GNL e residências, em parceria com a Copergás.

A instalação do terminal vai desenvolver a economia das cidades do interior do Estado e do Nordeste, em regiões não atendidas por gasoduto, uma vez que o fornecimento de gás natural nesses lugares será realizado por via rodoviária através de isso-contêineres (small scale). A Golar Power Brasil promove a interiorização do GNL no país por meio de um plano estratégico que contempla o Nordeste como região prioritária para a distribuição em pequena escala.

"O Porto de Suape tem localização estratégica, infraestrutura adequada e águas profundas para receber grandes navios, condições essenciais que viabilizam um Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) e outros investimentos desse porte. É um empreendimento planejado, que fortalece o desenvolvimento industrial e econômico de Pernambuco, gera empregos e reforça o potencial de Suape como hub no Nordeste", afirma o presidente do Porto de Suape, Leonardo Cerquinho.

O terminal está previsto para entrar em operação no primeiro trimestre de 2021. O navio da Golar, com capacidade de 135 mil metros cúbicos e 290 metros de comprimento, atracará de forma estacionária no Cais de Múltiplos Usos do Porto de Suape. Esta embarcação funcionará como supridor para abastecimento de iso-contêineres (tipo de contêiner em forma de cisterna) montados em caminhões. Estes veículos, por sua vez, farão a distribuição para cidades num raio de até mil quilômetros. O escoamento por caminhão chegará a 480 mil m3 de gás natural por dia.

A distribuição de GNL também será feita a partir de Suape para outros estados do Brasil, por meio de cabotagem. O navio criogênico de pequeno porte do Grupo Golar será abastecido por transbordo e utilizado no transporte do GNL para outros portos da região. A embarcação possui 123 metros de comprimento e capacidade de armazenamento em cada operação de 7,5 mil m3 de GNL, equivalentes a 4,5 milhões de m3 de gás natural.

Sobre a Golar Power

A Golar Power é uma empresa pioneira no Brasil de operação integral de GNL, que se desenvolve em toda a cadeia de valor de midstream (transporte) e downstream (liquefação, logística, regaseificação e fornecimento de gás natural para diferentes tipos de cliente final), bem como na geração elétrica. A empresa possui embarcações que funcionam como Unidades Flutuantes de Regaseificação e Armazenamento (FSRU, segundo a sigla em inglês) de GNL que fornecem serviços para a Petrobras desde 2007 nos estados da Bahia e do Ceará. É sócia na UTE Porto de Sergipe I, que opera uma central termoelétrica com capacidade instalada de 1550 megawatts (MW) em Barra dos Coqueiros, no estado de Sergipe, e das Centrais Eléctricas de Barcarena (CELBA), no Pará, cujo Terminal tem previsão de entrar em operação no fim de 2022 e a Termoelétrica, em 2024. Ainda está à frente do Terminal Gás Sul (TGS), em Santa Catarina, e do terminal de GNL de Suape, ambos em fase de licenciamento.

Com informações da Golar Power.

Suape implanta segundo Laboratório Vivo de Ecotecnologias no Engenho Massangana

Projeto acontece em parceria com o Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta) e vai alcançar dez comunidades

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O Engenho Massangana, localizado no território do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Ipojuca, ganhou um espaço especial, que teve entrega concluída nesta segunda-feira (27). Trata-se do segundo laboratório vivo de ecotecnologias implantado na região pelo Serta (Serviço de Tecnologia Alternativa), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) reconhecida internacionalmente. A entidade foi contratada por Suape para levar a comunidades consolidadas no território metodologias sustentáveis, inovadoras e de baixo custo que promovem a segurança alimentar e geram renda.

O projeto Comunidades Ecoprodutivas, lançado em março, precisou ter o formato reajustado, devido a pandemia da Covid-19, para garantir o distanciamento social. Em vez do mutirão utilizado no primeiro laboratório, implantado no Conjunto Habitacional Nova Vila Claudete, o de Massangana contou com apenas dois técnicos e cerca de três moradores por dia.

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"Levamos mais tempo, mas o importante é garantir a segurança de todos, ao mesmo tempo em que capacitamos essas famílias, contribuindo para que elas tirem o alimento e o sustento do próprio quintal, o que se tornou ainda mais relevante no momento atual, já que muitos são trabalhadores informais e estão sem fonte de renda", declara Germano de Barros, diretor da Escola Técnica do Serta.

O laboratório foi instalado em um terreno de 77,8 metros quadrados da Associação de Moradores de Massangana, que ganhou dez tecnologias: aquaponia, cisterna de ferro e cimento, sistema de captação de água, minhocário, compoteira caseira em balde, fechamento automático da porteira, farmácia viva, horta vertical em pallet, hidroponia de milho e o sistema agroflorestal, que já tem plantadas várias hortaliças, como alface, coentro, cebolinha, couve, berinjela e hortelã. Tudo para consumo próprio ou revenda das famílias do Engenho Massangana. O ambiente também recebeu pintura lúdica e plaquinhas indicativas.

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"Os próprios moradores escolheram as ecotecnologias que queriam implantar no terreno. Eles participaram de oficinas e ações pedagógicas de consciência ambiental em unidade do Serta, em Gloria de Goitá, no início do ano, onde puderam compreender a proposta e participar ativamente de todo esse processo, que é inspirador e desperta neles a vontade de cuidar do lugar onde moram", observa o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, Carlos Cavalcanti. "

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"É a primeira vez que temos uma oportunidade como essa. Antes, plantávamos no chão, sem estrutura. E hoje estamos muito satisfeitos e felizes com o quintal produtivo. Com apenas 30 dias, poderemos colher alimentos livres de agrotóxicos. Isso será a nossa mesa, o nosso almoço", comemorou Vicente Luiz Aguiar, vice-presidente da Associação de Moradores do Engenho Massangana e morador do local há 45 anos.

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O próximo laboratório a ser inaugurado será no Assentamento Sacambu, no próximo dia 30. O programa tem investimento de R$ 1 milhão e alcançará dez comunidades, no período de um ano.

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