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Suape é destaque no prêmio Portos + Brasil, entregue na capital federal

Porto venceu a categoria Execução de Investimentos Planejados e ficou na segunda colocação no Ranking do Índice de Gestão da Autoridade Portuária

 
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O Complexo de Suape foi o grande destaque da 3ª edição do Prêmio Portos + Brasil, entregue na noite da última quinta-feira (23), em Brasília, capital federal. Com 94,2% do orçamento disponível executado em 2021, Suape venceu a categoria Execução de Investimentos Planejados, ficando à frente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), com 83,5%, e da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), com 81,5%. A honraria foi concedida pela Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA), ligada ao Ministério da Infraestrutura.

Mas não parou por aí. O atracadouro pernambucano também alcançou a segunda posição no Ranking do Índice de Gestão da Autoridade Portuária, atrás de EMAP e APPA, que empataram e venceram conjuntamente a categoria. O Porto de Santos e a Companhia Docas do Pará ficaram empatados na terceira colocação.

“Os prêmios recebidos pelo Complexo de Suape refletem todo o esforço e a dedicação do seu corpo de funcionários e de sua diretoria colegiada na promoção de um porto mais eficiente, que esteja voltado a atender todos os terminais e empresas que operam no porto, de forma a atrair novos negócios e investimentos para o nosso atracadouro”, salienta Luiz Barros, diretor de Desenvolvimento de Negócios, que representou o diretor-presidente Roberto Gusmão na cerimônia.

Suape mantém liderança nacional em navegação por cabotagem e movimentação de granéis líquidos

Dados do 1º quadrimestre constam no Anuário Estatístico da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e foram divulgados recentemente

 

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O Porto de Suape permanece na liderança nacional na navegação por cabotagem e na movimentação de granéis líquidos entre os atracadouros públicos. Os dados do primeiro quadrimestre de 2022 foram divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) em seu Anuário Estatístico. De acordo com o documento, o porto pernambucano movimentou 5,09 milhões de toneladas por cabotagem, crescimento de 4,24% em relação ao mesmo período de 2021. Suape aparece à frente de portos importantes como o de Santos (SP), maior atracadouro público do país, que movimentou 4,50 milhões de toneladas por cabotagem (+ 4,21%) e o de Vila do Conde, no Pará, que operou 1,81 milhão (- 2,99%).

Somados, todos os portos públicos movimentaram, por cabotagem, 21,5 milhões de toneladas de cargas no 1º quadrimestre de 2022. Entre as cargas que passaram por Suape nesse tipo de navegação, destaque para os granéis líquidos e gases, que representaram 3,54 milhões de toneladas, e contêineres, com 1,48 milhão de tonelada.

“Suape tem posição estratégica no Nordeste e é muito vantajoso para empresas com matrizes no Sul e Sudeste do país e centros de distribuição por aqui. Temos rotas expressas que facilitam esse tipo de navegação e muitas companhias aproveitam essa nossa expertise para reduzir custos e ampliar os negócios”, avalia o diretor-presidente da estatal portuária, Roberto Gusmão.

 

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Já na movimentação de granéis líquidos, Suape operou 5,29 milhões de toneladas de janeiro a abril deste ano. Na segunda posição, aparece Santos, com 4,56 milhões, e na terceira, Itaqui (MA), com 2,34 milhões de toneladas. Na soma total do país, os atracadouros públicos movimentaram um total de 98,14 milhões de toneladas de granéis líquidos e gases no primeiro quadrimestre.

“Apesar de não termos ainda a Refinaria Abreu e Lima trabalhando no máximo de sua capacidade, conseguimos manter bom volume de operações que nos garantiram essa liderança. Estamos trabalhando, no entanto, para que essa ampliação ocorra e possamos obter mais destaque nesse tipo de movimentação”, salienta o diretor de Gestão Portuária de Suape, Paulo Coimbra.

Segundo o Anuário Estatístico da Antaq, o setor portuário movimentou 375,7 milhões de toneladas nos quatro primeiros meses deste ano. Os portos privados foram responsáveis por movimentar 244 milhões de toneladas e os públicos, 131,7 milhões.

Suape faz homenagem póstuma e batiza molhe com nome de ex-funcionário

molhe 1A estrutura de pedra que protege o atracadouro, que se encontra em processo final de restauração, agora se chama Molhe Marcello Coimbra de Castro. Família do geólogo, falecido em 2017, participou da solenidade de descerramento de placa

"Suape fez parte da nossa família por 38 anos. Em cada um de nós, aflora um turbilhão de sentimentos. Temos a emoção de estar neste espaço em grande parte por ele planejado e construído. Estamos muito felizes com essa homenagem". O depoimento resume o sentimento da viúva do geólogo Marcello Coimbra de Castro, dona Zélia Castro, dos três filhos do casal e demais familiares que participaram, na manhã desta quarta-feira (15), da solenidade de descerramento de placa em que a administração da estatal portuária reverenciou e batizou o molhe com o nome do ex-funcionário, que morreu em 7 de janeiro de 2017. Ele atuou no porto desde 1979, sendo incorporado aos quadros da empresa dez anos depois.

molhe 2Antes de seguir para o porto, os 16 familiares do geólogo (além da viúva e filhos, estiveram presentes irmão, genro, nora, cunhados e sobrinhos) participaram de um  café da manhã com o diretor-presidente da estatal, Roberto Gusmão. Na ocasião, o gestor recebeu das mãos de dona Zélia cópias de documentos e projetos assinados pelo geólogo, que fez parte da construção do maior complexo industrial portuário do Norte/Nordeste. "É uma colaboração muito importante para a preservação da memória de Suape", pontuou Gusmão, em agradecimento.

molhe 4Em seguida, o grupo foi convidado para a solenidade no porto e fez um passeio pelo atracadouro. "Assim como meu marido, Suape se tornou realidade graças aos sonhos e a perseverança dos seus pioneiros e as gerações que se seguiram ampliaram e multiplicaram o seu raio de ação e seus impactos. Marcello viveu as diversas fases e essas experiências permitiram construir um vínculo muito forte com o porto", lembrou a viúva.

molhe 3Formado em geologia pela UFPE, Marcello Castro nasceu em 10 de março de 1937 e fez parte da turma dos Geólogos Pioneiros do Norte e Nordeste do Brasil. Antes de começar sua trajetória em Suape, atuou como professor, geólogo, consultor e assistente técnico. No porto, começou como consultor, participando de comissões de acompanhamento e de licitação do "Projeto Molhe". Já como servidor efetivo, elaborou e supervisionou importantes planos estruturadores e ocupou cargos de chefia, atuando na Diretoria de Planejamento e Gestão e na Comissão de Reformulação do Projeto de Zoneamento Periférico.

molhe 5Para assistir ao resumo da homenagem ao geólogo copie o link encurtador.com.br/sILV0

Suape sedia reunião de olho em novas cargas para o terminal de granéis sólidos

reuniao suape GeraldoJulio 03Encontro teve o objetivo de avaliar a possibilidade de atração de novas cargas, como milho e soja, para serem escoadas pelo atracadouro pernambucano

O Complexo Industrial Portuário de Suape sediou, na manhã desta sexta-feira (17), reunião técnica de fomento a novos negócios em operações de movimentação de grãos. O encontro foi provocado pelo consórcio SUA Granéis, formado pelas empresas Agemar, Loxus e Marlog. O grupo tornou-se, em março deste ano, o novo arrendatário do Terminal de Granéis Sólidos de Suape (TGSS) e vai explorar o equipamento por um período de 25 anos. O TGSS está localizado na retroárea do Cais 5, em um espaço de 72 mil metros quadrados, com investimentos da ordem de R$ 59,8 milhões. O encontro teve o objetivo de avaliar a possibilidade de atração de novas cargas, como milho e soja, que seriam escoadas pelo atracadouro pernambucano.  

reuniao suape GeraldoJulio 02O diretor-executivo do Movimento Pró-Logística de Mato Grosso, Edeon Vaz Ferreira, também consultor da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), fez uma explanação de mais de uma hora sobre a conjuntura do agronegócio e, mais especificamente, da produção e comercialização de grãos em todo o país. Com a experiência de comandar e participar de algumas das principais organizações do setor no Brasil, ele apontou os caminhos para atração deste tipo de carga para Suape, em especial da região conhecida como "Matopiba", que engloba áreas localizadas nos Estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é um dos focos principais do consórcio SUA Granéis.

Reuniao Suape.GeraldoJulio 01A reunião foi comandada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio, e pelo diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão. Estiveram presentes, ainda, diretores das empresas que formam o consórcio SUA Granéis, representantes de empresas e organizações interessadas no tema, como: Aligro Transportes, Brasiltrans, Moreira Lima Arquitetura, Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar), Consórcio TPL Ceplan, Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), além de diretores de Suape. "Sete dos nove Estados da região vão puxar o crescimento e, três deles, Maranhão, Piauí e Bahia, que integram o Matopiba, devem colher algo próximo de 26 milhões de toneladas, pouco mais de 90% do total. Estamos de olho nessa fatia do mercado", ressalta Manoel Ferreira, diretor da Agemar.

reuniao suape GeraldoJulio 05NOVO TEMPO

"Essa reunião abriu um leque de oportunidades para inaugurarmos um novo tempo. Suape passa por um momento de revocacionamento. Essa é uma década em que orientaremos a estratégia de crescimento e consolidação de Suape como porto e complexo industrial. Essa reunião cumpre um papel importante para identificarmos não só a viabilidade, mas um conjunto diferente de oportunidades para a operação desse tipo de carga no porto e para a viabilização da cadeia logística que vem junto a tudo isso. Com essa explanação, Edeon conseguiu abrir os nossos olhos para possibilidades que não estávamos vislumbrando, mas que agora ajudará a nortear o nosso trabalho daqui para frente", pontuou o secretário Geraldo Julio.

Para o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão, o porto tem todas as condições estruturais e de logística para atrair essas novas cargas. "Hoje tivemos uma verdadeira aula sobre as oportunidades de negócios que podemos atrair para o nosso porto. Tenho conversado com muitos players que estão em vias de se instalar por aqui e que têm interesse no desenvolvimento de novos negócios e atração de novas cargas, como as que teremos no Terminal de Granéis Sólidos de Suape (TGSS). Acreditamos, também, que a nova Ferrovia do Sertão será fundamental para essa nova etapa de desenvolvimento do nosso porto", agregou.

reuniao suape GeraldoJulio 04Outra presença ilustre na reunião foi a da economista Tânia Bacelar, uma das principais responsáveis pela revisão do Plano Diretor de Suape, que ajudará o porto a definir seu planejamento estratégico nos próximos anos. "Fico muito feliz, pois essa reunião já se situou no contexto da revisão do Plano Diretor. Suape foi um instrumento muito importante para trazer um conjunto de investimentos que mudou a realidade de Pernambuco. Agora, o porto vive um momento de transição. Nosso papel agora é o de apontar quais os cenários mais prováveis para o futuro próximo do Porto de Suape, para que possa seguir contribuindo com o desenvolvimento de toda a região", salientou a economista. Além da produção de grãos do Matopiba, a SUA Granéis foca em cargas como coque de petróleo, açúcar, barrilha e fertilizantes.

Suape e Sebrae assinam convênio para qualificar fornecedores do Cabo e de Ipojuca

Projeto de encadeamento produtivo prevê ações de estruturação de micro e pequenos negócios para abastecimento das empresas do complexo com serviços diversos

 

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Thiago Neuenschwander
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O Complexo Industrial Portuário de Suape e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PE) firmaram, nesta terça-feira (14), convênio de encadeamento produtivo para desenvolver ações para estruturação de negócios no Cabo de Santo Agostinho e em Ipojuca, com a finalidade de formar fornecedores para as empresas do território estratégico. A assinatura aconteceu durante o Suape Conecta 2022, no auditório do Cais do Sertão, no Bairro do Recife. O evento foi idealizado para otimizar o relacionamento da estatal portuária com as empresas instaladas no complexo e entorno. A oportunidade serviu para apresentar as ações e plataformas corporativas implantadas na região aos representantes das corporações, de forma a possibilitar a geração de novos negócios em sintonia com o equilíbrio socioambiental. Na ocasião, também houve o lançamento do lançamento do Relatório de Sustentabilidade GRI 2021 (sigla em inglês para Global Reporting Initiative).

O convênio será norteado por cinco focos estratégicos: desenvolvimento empresarial dos micros e pequenos negócios; inserção destes nas políticas corporativas das empresas; acesso aos mercados; desenvolvimento de ações de inteligência competitiva; e criação de redes de aprendizagem entre os micros e pequenos negócios e as empresas. “O acordo segue as premissas da cadeia produtiva criada em Goiana, na Zona da Mata Norte, para atender às necessidades da fábrica do Grupo Stellantis, que produz veículos de marcas como Jeep e Fiat. Se isso foi feito lá, também pode dar certo em Suape”, explicou o diretor de Desenvolvimento de Negócios, Luiz Barros. O investimento no projeto é de R$ 367,8 mil, com duração de 12 meses.

“O Projeto Encadeamento Produtivo, idealizado pelo Sebrae e já aplicado em outros distritos industriais, apresenta a perspectiva de engajamento da economia local, identificando oportunidades de estruturação de micro e pequenos fornecedores instalados no Cabo de Santo Agostinho e em Ipojuca, municípios da zona de influência direta de Suape, a partir das necessidades apresentadas pelas empresas do território nas diversas ações de diagnóstico de cenário, como o Censo Suape, e demais ferramentas de análise de vocação dos mais diversos relacionamentos”, exemplifica o diretor-presidente da estatal portuária, Roberto Gusmão.

 

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Para o gerente regional do Sebrae, Alexandre Alves, o convênio possibilitará a conexão entre os pequenos e os grandes negócios. “No Brasil, 98% das empresas são de pequeno porte. Inseri-las em uma cadeia de fornecedores de classe mundial é um desafio permanente. A experiência que o Sebrae teve em Goiana mostrou exatamente isso. Imagine uma planta daquela envergadura, que, no início, tinha muita dificuldade em conseguir comprar produtos na região e até em Pernambuco. Isso incomodava muito o grupo à época e o levou a procurar o Estado para um pacto de inclusão produtiva, social e econômica na região. Depois de três anos, alcançamos vários resultados, mas o principal foi poder trabalhar com essas empresas, estabelecer a criação de processos e métodos para que estivessem habilitadas a fornecer insumos para uma planta daquele tamanho”, enfatizou.
 
GRI

O Suape Conecta promoveu, ainda, uma série de atividades, a exemplo da apresentação do Relatório de Sustentabilidade GRI 2021 (sigla em inglês para Global Reporting Initiative), pelo diretor de Planejamento e Gestão, Francisco Martins. “O GRI é um marco, um caminho sem volta. Elaborar o relatório nesse padrão nos permite gerir corretamente os indicadores ambientais, sociais e econômicos. A adoção do GRI revela o compromisso de Suape com a transparência. É uma ferramenta construída com a participação dos atores envolvidos no funcionamento do porto, ouvindo as comunidades impactadas diretamente, buscando se expressar abertamente, para que possamos construir soluções coparticipativas para qualquer problema identificado”, detalhou Martins. O relatório é um documento digital composto por 150 páginas, recheado de fotos, gráficos, tabelas e informações sobre o desempenho da empresa em 2021.

 

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O público presente também pôde acompanhar roda de conversa com a participação de Luiz Barros, Jorge Jatobá (economista e sócio-diretor da Consultoria Econômica e Planejamento/Ceplan) e Wladimir de Morais Teixeira Filho (diretor de relações institucionais da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco/Adepe), sob mediação do engenheiro João Recena, CEO da TPF Engenharia. Na sequência, foi a vez do painel “Práticas inovadoras e sustentáveis para a gestão empresarial”, com a participação virtual de Camila Valverde (diretora de Impacto da Rede Brasil do Pacto Global), de Francisco Martins e de Carlos Cavalcanti (diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape), além do diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão; sob a moderação do Articulador do Hub ODS Pernambuco, Renato Raposo.

 
INTERATIVIDADE

Os convidados conferiram um ambiente pensado para apresentar as diversas iniciativas desenvolvidas por Suape de forma interativa. Para isso, foram instalados vários equipamentos, a exemplo de um totem para apresentação das funções do App Suape, como monitoramento das operações, notícias sobre o porto e informações sobre projetos. Já uma mesa touchscreen permitiu a visualização do território por meio do SuapeGEO, ferramenta que une várias tecnologias como geoprocessamento e geolocalização, consolidando informações sobre a área. Outros dois monitores permitiram aos participantes explorarem o GRI na versão flip.

O Suape Conecta também foi uma excelente oportunidade para apresentação do Projeto Tô na Feira, iniciativa criada pela estatal para dar visibilidade às comunidades produtoras do território, divulgando e comercializando seus produtos, entre frutas, hortaliças e produtos artesanais. O Tô na Feira é realizado periodicamente no centro administrativo de Suape.

O evento do Cais do Sertão reuniu público diversificado, formado por empresários, prefeitos, secretários municipais, representantes do Governo do Estado, Assembleia Legislativa de Pernambuco e jornalistas. Além deles, estiveram presentes, ainda, representantes de entidades parceiras como Senai, Sebrae, UFRPE, Capitania dos Portos, Ministério Público de Pernambuco, entre outras instituições.

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