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Suape entrega praça para moradores da Comunidade Engenho Massangana

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O espaço de lazer e convivência fica localizado em frente à Estação Compartilhar e conta com equipamentos de lazer, jardins e coreto

Os moradores da comunidade Engenho Massangana, localizada no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, passaram a contar, desta quinta-feira (13), com novo equipamento de lazer e de convivência. Contemplando uma área de quase dois mil metros quadrados, a praça da localidade, ainda sem nome definido (a ser escolhido pelos moradores), foi revitalizada pela estatal portuária e já se encontra pronta para atender ao público de todas as idades.

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A solenidade de inauguração contou com a presença do diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão; do prefeito do Cabo, Keko do Armazém; e de representantes da comunidade, da autarquia portuária e do poder executivo. O equipamento foi entregue, oficialmente, à municipalidade, que ficará responsável pela manutenção da praça. Com o aporte de R$ 859.449,39, provenientes de recursos próprios da empresa Suape, a requalificação do espaço beneficia 324 famílias da comunidade e demais moradores do entorno.

“Uma boa gestão se faz com parcerias. Agradeço a Roberto Gusmão e toda a equipe de Suape pelo excelente trabalho que estão desempenhando na comunidade. Aqui, vemos um gesto que, aparentemente, parece simples, mas tem grandiosidade. As crianças já estão brincando, os adultos se divertindo. Enfim, é o coroamento de um trabalho realizado por muitas mãos”, agradeceu o prefeito Keko do Armazém.

O projeto, desenvolvido pela Diretoria de Engenharia de Suape, foi aprovado pelos representantes da comunidade em reuniões promovidas pela Coordenadoria de Assistência Social do atracadouro. O equipamento conta com área de lazer infantil, academia, mesas e bancos de concreto em ambiente aberto e coberto, pista de cooper, campinho de areia e rampas de acessibilidade. No local, foram plantadas 29 mudas de acácia (Vachellia farnesiana) de médio porte, espécie conhecida pelas flores amarelas e por ser muito usada para fins paisagísticos.

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Segundo o diretor de Engenharia da estatal, Cláudio Valença, o projeto teve por objetivo criar uma área verde que desempenhasse função ecológica, paisagística e recreativa. “O espaço estava degradado, sendo usado até como estacionamento. A nossa intenção foi entregar um ambiente agradável, com equipamentos públicos sintonizados com as demandas locais e propiciar melhorias na qualidade de vida dos moradores da comunidade e da região”, salientou.

Para o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão, o novo equipamento simboliza a atenção que a gestão do complexo tem dado às comunidades inseridas em seu território estratégico. "Sempre tivemos a preocupação de promover ações e projetos sociais voltados para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Suape não é apenas um complexo industrial portuário. Representa algo muito maior. É um projeto de desenvolvimento sustentável, com foco na melhoria das condições ambientais e sociais da região e das comunidades nela inseridas”, pontuou.

“Uma obra como essa beneficia a todos, desde crianças, com o parquinho, aos adultos e idosos, que podem aproveitar o espaço para se divertir, jogar, conversar. Estamos muito felizes, e só tenho a agradecer a todos os profissionais que ajudaram a transformar nosso sonho em realidade”, agradeceu o morador Amaro Bartolomeu.

INTEGRAÇÃO SOCIAL

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A requalificação da praça foi um compromisso firmado pelo Complexo de Suape com os comunitários em janeiro deste ano, durante a inauguração do espaço Estação Compartilhar. Para o diretor de Articulação Social e Gestão Fundiária de Suape, João Alberto Faria, a praça passa a ser uma extensão do equipamento e se torna realidade para celebrar os nove meses de funcionamento da unidade.

“Desde a inauguração, a Estação Compartilhar registra uma frequência mensal de 300 a 400 pessoas. Mais de 4 mil pessoas já visitaram o espaço e cerca de 1.000 já participaram das mais de 80 atividades promovidas no período, entre oficinas, cursos e rodas de conversa. Com essa entrega, a perspectiva é de que mais gente se sinta atraída para frequentar o centro multifuncional”, comentou João Alberto.

A Estação Compartilhar dispõe de biblioteca com cerca de 700 livros, computadores com acesso gratuito à internet, sala multimídia, espaço infantil, cozinha-escola e área externa para atividades recreativas. No espaço, há atividades de incentivo à leitura e realização de cursos para capacitação dos moradores da região.

Rota do Atlântico e Instituto Hippocampus celebram parceria para Campanha de Troco Solidário

Coletores serão instalados nas cabines das praças de pedágio nos acessos à rodovia para incentivar doações para o projeto de preservação do cavalo-marinho

 

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Quem utiliza o Complexo Viário de Suape para se dirigir às famosas praias do Litoral Sul, poderá contribuir com o projeto de preservação dos cavalos-marinhos nos estuários da região. Para viabilizar a arrecadação de donativos, a Concessionária Rota do Atlântico, do Grupo Monte Rodovias, firmou parceria com o Instituto Hippocampus para a Campanha do Troco Solidário. A entrega de 16 coletores de doações foi realizada na manhã desta quinta-feira (13), no Centro de Controle Operacional da empresa.   

 

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Os coletores serão instalados nas cabines das pistas manuais de três praças de pedágio nos acessos à PE-009, onde os motoristas poderão depositar as moedas recebidas como troco ou qualquer outra quantia. A verba arrecadada será repassada mensalmente para o Hippocampus, entidade sem fins lucrativos que atua há mais de 25 anos na preservação do cavalo-marinho.

A solenidade de lançamento da campanha contou com a participação da presidente da Rota do Atlântico, Rafaela Araújo; da gerente de Comunicação e Sustentabilidade da empresa, Talita Vasques; do gestor de Pedágio, Marcel Marques; da idealizadora do Instituto Hippocampus, Rosana Silveira; e do diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Porto de Suape, Carlos Cavalcanti.

Para estimular as doações, a Rota do Atlântico fará campanhas de sensibilização nas redes sociais e nos painéis de mensagem instalados ao longo do complexo viário. “Com o intuito de engajar nossas equipes, vamos promover visitas guiadas à sede do Hippocampus, para que conheçam de perto o importante e bonito trabalho desenvolvido pelo instituto”, destaca Rafaela Araújo.

 

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O atracadouro pernambucano mantém, desde 2020, parceria com o Hippocampus, para monitoramento da qualidade do ambiente estuarino da região de Suape, tendo como indicador o repovoamento do ecossistema com animais reproduzidos em cativeiro. O cavalo-marinho é uma espécie ameaçada de extinção e a sua proliferação na região indica às boas condições da água no entorno do porto. O instituto ocupa parte das instalações do Centro de Treinamento de Suape.

PARCERIAS

“Fruto da parceria com Suape, em 2021, o Hippocampus realizou 48 saídas de campo e registrou 162 visualizações do animal durante o período de estudo, resultando na soltura de 34 mil alevinos. Ações como essas contribuem de maneira definitiva para a preservação da espécie na área de Suape e em suas adjacências”, afirma Rosana Silveira.

 

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Além de Suape, o Instituto Hippocampus, que se mantém com recursos próprios, recebe apoio financeiro de várias empresas do complexo industrial portuário para manter os trabalhos de pesquisa, reprodução e repovoamento do animal, a exemplo da Sulog (empresa que administra pátio de triagem de caminhões), da Alpek Polyester e do Tecon Suape. “A ideia é ajudar na conservação da espécie. O projeto faz um lindo trabalho de preservação e não pode deixar de ter continuidade”, pontua Carlos Cavalcanti. 

Assista ao vídeo e confira: https://drive.google.com/drive/u/1/folders/19N-JJ0GcrcgPUfrF_Z5j9FP6P5dpspeL 

Governo de Pernambuco anuncia retomada da autonomia do Porto de Suape

Com a iniciativa, a operação do cais e os contratos de arrendamentos voltam para a gestão da Autoridade Portuária

 

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O Governo de Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira (03.10), a retomada da autonomia do Porto de Suape. A confirmação se deu após publicação no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo Ministério da Infraestrutura. No documento, estão definidas as atribuições delegadas ao Estado de Pernambuco e o que cabe ao governo federal. 

Com a mudança, a política portuária do País e o planejamento do setor ficam a cargo do governo federal, enquanto a operação de cais e píeres, além de contratos de arrendamentos e estabelecimento de tarifas, volta para a gestão da Autoridade Portuária. “A autonomia vai dar mais celeridade aos processos, tornando Suape um porto ainda mais competitivo para atrair empresas e novas cargas, com impacto direto na economia do Estado e na geração de emprego e renda para o povo pernambucano”, assegurou o governador Paulo Câmara. 

“Com a retomada da autonomia, Suape readquire a competência para a condução de estudos, elaboração de editais, realização dos procedimentos licitatórios e a celebração dos contratos relativos aos arrendamentos portuários com mais agilidade e menos burocracia. O complexo também passará a ser responsável pela aprovação das expansões e adensamento de áreas, além de prorrogações antecipadas de contratos em vigência e reequilíbrios contratuais”, pontua o diretor-presidente da estatal portuária, Roberto Gusmão. 

“Era um processo que se arrastava há algum tempo e Suape vinha lutando para retomar a autonomia. Isso é decorrente da conquista do Índice de Gestão das Autoridades Portuárias, que atesta a excelência na gestão do porto, possibilitando esse resgate. Tudo isso se soma a outras boas notícias que vêm sendo divulgadas e continuarão a ser veiculadas sobre Suape, em virtude de uma gestão estratégica bem definida”, enfatiza o diretor de Planejamento e Gestão de Suape, Francisco Martins. 

Entenda o processo de retirada da autonomia dos portos 

A lei 12.815, de 5 de junho de 2013, chamada de Lei dos Portos, transferiu para o âmbito federal a responsabilidade das licitações portuárias, tirando a autonomia dos atracadouros públicos brasileiros, como Suape. Antes dessa lei, cabia à administração do porto a realização dos processos de concessão. Mas a nova legislação transferiu esta competência para a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), conforme as diretrizes definidas pelo Poder Concedente (atualmente o Ministério de Infraestrutura). A centralização de todas as decisões e procedimentos sobre as concessões e arrendamentos das áreas portuárias nos órgãos federais prejudicou os portos públicos. De 2013 a 2016, nenhum processo licitatório foi realizado.

Em março de 2017, o Ministério dos Transportes criou um grupo de trabalho para definir procedimentos para a delegação de competências aos portos organizados. Os atracadouros apresentaram, em novembro do mesmo ano, proposta para critérios de enquadramento dos portos aptos para receberem a autonomia, envolvendo critérios financeiros, de transparência, observância de normas da Antaq, entre outros. Tal proposta foi liderada pelos portos de Suape, São Sebastião, Santos, Itaqui e Paranaguá. O GT concluiu os trabalhos em dezembro de 2017.

 

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Em 2018, o então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e hoje Ministério de Infraestrutura instituiu a Portaria 574/2018 para regulamentar uma disposição contida no § 5º do art. 6º da Lei 12.815/2013, que permite a transferência de elaboração do edital e a realização dos procedimentos licitatórios à administração do porto, delegado ou não. Foi criado então o Índice de Gestão das Autoridades Portuárias (IGAP), dispondo que, a partir de patamares de indicadores condensados, a serem atingidos pelas autoridades portuárias e a partir de alguns requisitos indispensáveis, seria permitida a delegação das competências para licitar, contratar e fiscalizar contratos àquelas gestões portuárias.

Em junho de 2022, o Porto de Suape alcançou a segunda posição no ranking do Índice de Gestão da Autoridade Portuária, divulgado pela Antaq, com nota 9. O resultado é fruto de uma gestão de excelência na condução das atividades portuárias. Em 2021, já havia atingido nota 8, suficiente para a devolução da autonomia, porém o ato não foi realizado. No mesmo ano, as negociações foram retomadas e o porto, que completará 44 anos em novembro próximo, finalmente reconquistou sua autonomia.

Porto de Suape participa do 2º Fórum Internacional de Hidrogênio Verde

O evento, ocorrido em Sorocaba (SP), contou com a presença dos principais players do país no segmento

 

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As oportunidades de negócios com a implantação do hub de hidrogênio verde no Complexo Industrial Portuário de Suape foram debatidas em um dos maiores congressos sobre energia limpa do Brasil. O atracadouro pernambucano participou, nos dias 4 e 5 de outubro, do 2º Fórum Internacional de Hidrogênio Verde, organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos, no município de Sorocaba, em São Paulo. O objetivo do evento foi estimular o debate sobre o desenvolvimento e a ampliação do setor de energias renováveis, alcançando um maior número de interessados no combustível do futuro. O encontro, realizado de forma híbrida, contou com a participação de congressistas de todo o mundo.

A estatal pernambucana foi representada pelo diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Carlos Cavalcanti, que exibiu o projeto Tech Hub H2V, no painel “Investimentos em hubs de hidrogênio verde no Brasil”. Para ele, trata-se de mais uma oportunidade de fazer networking com autoridades do setor. “O evento trouxe muitas possibilidades de conexão com o futuro e ampliou o leque de parcerias rumo a uma economia de baixo carbono. Apresentamos o nosso porto-indústria como um excelente ambiente para se estabelecerem negócios nessa transição energética, requerida pelo mundo inteiro”, pontuou. O gestor foi moderador de um dos painéis do encontro.

 

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Na programação, foram debatidas questões sobre infraestrutura e licenciamento para os hubs no Brasil, o programa nacional de hidrogênio verde, o potencial nacional e internacional de energia renovável e as novas tecnologias. O público-alvo foi composto por profissionais e empresários representantes da indústria, comércio e serviços, além de empresas ligadas ao setor da geração distribuída de energia com fontes renováveis, pesquisadores, instituições de ensino, profissionais liberais e interessados do setor de H2.

 

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Com o objetivo de transformar o Complexo Industrial Portuário de Suape em espaço de pesquisa, desenvolvimento e inovação com foco no combustível do futuro, em junho deste ano, foi lançado o TechHub Hidrogênio Verde, iniciativa pioneira que concentrará em Suape a implementação de projetos inovadores focados na produção, transporte, armazenamento e gestão de H2V. Juntos, os projetos receberão inicialmente investimentos de até R$ 45 milhões. A iniciativa da CTG Brasil, acontece em parceria com o Governo do Estado, Departamento Nacional do Senai, Senai Pernambuco. 

Porto de Suape apresenta case no I Fórum Summit

Evento foi organizado pelo Grupo Tribuna e reuniu, em Santos, cerca de 100 profissionais do segmento da indústria e de portos

 

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Como construir uma relação de eficiência e sinergia intersetorial na relação entre o porto e a indústria foi o desafio proposto pelo 1° Fórum Summit, que aconteceu nesta quinta-feira (29), em Santos (SP). O Complexo Industrial Portuário de Suape abriu o evento, que reuniu autoridades desses segmentos no país. Na oportunidade, a estatal pernambucana apresentou o “case” sobre a relação do atracadouro com a área industrial. O objetivo do evento foi debater gargalos e novas oportunidades de negócios e desenvolvimento entre esses dois setores. O encontro aconteceu de forma presencial, no auditório do Grupo Tribuna, na principal cidade da Baixada Santista.

 

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“Foi com muito orgulho e satisfação que apresentamos o Complexo de Suape no Fórum Summit, um debate inédito sobre um tema considerado capital para o desenvolvimento dos portos em geral, e em particular, do Porto de Santos, na medida em que traz à tona a importância de se aprofundar sobre temas relacionados às cadeias portuária e industrial no contexto do desenvolvimento territorial. Suape foi concebido, desde o início, como porto-indústria, sendo referência para todos os atracadouros que nasceram apenas como portos, tendo a indústria inserida como adjacente ao desenvolvimento portuário. Levar a experiência do Complexo Industrial Portuário de Suape para esse debate foi muito gratificante e importante frente ao tema proposto”, pontua o coordenador de Planejamento e Urbanismo de Suape, Roberto Salomão, representante de Suape, convidado para fazer a palestra de abertura do evento.

Entre os painelistas participantes no evento estavam representantes da Prefeitura de Santos, da Associação de Terminais Portuários (ATP) e da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados, além de estudantes e profissionais dos setores portuário e industrial. “As diferentes visões foram colocadas pelos painelistas com o intuito de buscar soluções e estratégias inteligentes para fortalecer essa relação”, ressaltou Roberto Salomão.

 

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O Complexo de Suape ocupa área de 13,5 mil hectares e tem 229 empresas instaladas na Zona Industrial Portuária (ZIP). Com mais de quatro décadas de funcionamento, a localização estratégica do atracadouro faz com que seja conectado a mais de 160 portos espalhados pelo mundo.

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