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Potencial de Suape é apresentado no XIII Congresso da Associação dos Portos de Língua Oficial Portuguesa

O evento, realizado em Cabo Verde, na África, abordou temas de relevância para o processo de construção do futuro econômico dos portos de língua portuguesa

 

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O Complexo Industrial Portuário de Suape participou, nesta quinta-feira (27),  do XIII Congresso da Associação dos Portos de Língua Oficial Portuguesa (APLOP), no arquipélago de Cabo Verde, país do continente africano . A  estatal  portuária compôs o painel “Desenvolvimento de Negócios: novas oportunidades para os portos”. Na ocasião, o diretor de Gestão Portuária da estatal, Francisco Martins, falou sobre a estratégia de desenvolvimento econômico e socioambiental para o atracadouro.  O evento segue até esta sexta-feira (28), no formato híbrido (on-line e presencial), no Hilton Cabo Verde Sal Resort, na Ilha do Sal. 

 

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Para Francisco Martins, a participação no congresso é uma oportunidade para Suape se integrar ainda mais com a comunidade portuária de língua portuguesa, compartilhando novas experiências. “Foi uma grande honra poder apresentar o porto para os integrantes da APLOP. Nossa intenção é ampliar os laços com essa comunidade. Entendemos que também temos muito o que aprender com os parceiros portuários dos países de língua portuguesa”, pontuou. 

O diretor falou sobre a dinâmica econômica de Suape, ressaltando a importância da  localização estratégica do porto e suas conexões. A apresentação abordou, ainda, a liderança nacional do porto na movimentação de granéis líquidos e de cabotagem (entre portos do país) e de cargas conteinerizadas e de veículos no Norte/Nordeste. Além do desempenho econômico do atracadouro, os participantes do evento conheceram as principais estratégias de inovação e de sustentabilidade da estatal pernambucana. 

 

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Com o tema central de “Novos Desafios, Novas Oportunidades para os Portos da Lusofonia", o encontro pretende criar espaço de reflexão sobre o caminho de desenvolvimento e as oportunidades de reforço dos laços de cooperação entre os nove países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que integram a APLOP e as várias empresas de topo do universo marítimo. 

 

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O programa do congresso estende-se por quatro painéis: “Desenvolvimento de Negócio - Novas Oportunidades para os Portos; Portos (Verdes) do Futuro - Desafios e Oportunidades”; “O Direito Portuário nos Países da CPLP”; e “Promoção e Estratégia de Internacionalização dos Portos da CPLP”. Os nove países que compõem a comunidade são: Brasil, Portugal, Cabo Verde, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Guiné Equatorial e Timor Leste.

Suape viabiliza ponto comercial para pequenos agricultores e artesãos no Centro do Cabo

Projeto fomenta a geração de renda para famílias residentes em comunidades localizadas no território estratégico da estatal portuária

 

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Frutas, verduras, pães e uma variedade de outros itens alimentícios e artesanais produzidos por pequenos agricultores e empreendedores residentes em comunidades do Cabo de Santo Agostinho estão disponíveis para comercialização, a partir desta quinta-feira (27), na Agroloja Nossa Feirinha. O ponto comercial, localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas, nas proximidades da agência da Caixa Econômica Federal, no Centro do município, foi disponibilizado pela empresa Suape com a finalidade de escoar a produção de hortifrutigranjeiros e de peças artesanais para fomentar a geração de renda entre moradores do território estratégico do complexo industrial portuário.

 

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A loja funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, e entrou em funcionamento a pedido dos trabalhadores, que necessitavam de um local fixo para comercializar os produtos com conforto e segurança. “Antes de abrir o ponto, fizemos várias reuniões com os produtores e artesãos que participam dos projetos desenvolvidos por Suape e as expectativas em torno dessa nova ação são as melhores possíveis”, comenta o diretor de Articulação Social e Gestão Fundiária da estatal portuária, João Alberto Faria.

 

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Além da extensa variedade de alimentos, como hortaliças, legumes, bolos, geleias, pimentas, raízes e cocadas, a agroloja oferece produtos de madeira, como tábuas de carne; e objetos de decoração. “Essa é uma excelente oportunidade de conhecer os produtos feitos pelos trabalhadores das comunidades instaladas no território de Suape. A qualidade é impecável, tanto nas peças produzidas, quanto nos alimentos ofertados. Tudo de muito bom gosto”, ressalta o colaborador de Suape, Ivo Neto. A lojinha atraiu a atenção de dezenas de pessoas no primeiro dia de funcionamento.

 

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A agroloja funciona numa região movimentada e ocupa um imóvel térreo de 114 metros quadrados. É equipada com quatro prateleiras, três freezers e quatro balcões, com a infraestrutura necessária para comerciantes e clientes. Nas paredes, foram instalados painéis com informações úteis sobre produtos sem uso de agrotóxicos e os cuidados que as pessoas devem ter com a saúde alimentar. “É muito importante repassar esse diferencial para o público, a fim de fidelizar uma clientela que apoia os pequenos produtores da região”, afirma a coordenadora de Articulação Social de Suape, Líbia Paixão.

Para a representante comunitária Renata Maria da Silva, moradora da comunidade Engenho Massangana, o espaço chega em boa hora e se soma aos demais projetos que a estatal realiza em benefício das famílias da região. “Eu só tenho a agradecer. Por meio do apoio de Suape, tivemos condições de expandir nossos conhecimentos e negócios e agora temos um local para comercializar a nossa produção. A agroloja tem tudo para ser um sucesso. Os alimentos são colhidos com muito amor e carinho, assim como as peças de decoração e utensílios do lar”, pontuou. Renata também é participante de outros projetos da estatal.

 

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AÇÕES SOCIAIS

Vários programas socioambientais estão sendo financiados pela estatal portuária em benefício das comunidades instaladas no território estratégico de Suape. “Além de promover boas condições de trabalho, queremos capacitar as pessoas. Cursos, oficinas e outras ações estão em curso com esse objetivo. E o que temos observado entre os participantes é muito positivo: vontade de aprender e tirar os sonhos do papel. Desejamos que eles sejam protagonistas da história deles”, ressaltou o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, Carlos Cavalcanti.

Senai Pernambuco e Complexo de Suape anunciam criação de Cluster de Inovação Industrial

O novo espaço de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) reunirá engenheiros, consultores e pesquisadores do Senai e profissionais de empresas e de universidades nacionais e internacionais

 

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O SENAI Pernambuco, por meio do Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs), e o Complexo Industrial Portuário de Suape apresentam, na próxima quarta-feira (26), o Cluster SUAPE de Inovação Industrial. O novo cluster somará investimentos da ordem de R$ 8 milhões para sua estruturação e reunirá pesquisadores, engenheiros e consultores do SENAI-PE e profissionais de empresas e universidades nacionais e internacionais em um mesmo ambiente e impulsionará programas e projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) para setores como logística, energias renováveis, meio ambiente, aeroespacial e manufatura avançada. A estimativa é de que o espaço gere R$ 100 milhões em investimentos em projetos e serviços.

 Para isso, o cluster agregará diversas estruturas distintas, a exemplo do TecHUB Hidrogênio Verde, centro de testagem de projetos inovadores com foco no combustível do futuro. Lançado em julho deste ano, o TecHUB ocupará lote de 1,3 hectare no porto organizado. O ISI-TICs também contará com espaço no edifício-sede da estatal portuária destinado para a administração do Cluster de Inovação e incubação de novos negócios. Por fim, a parceria prevê, a concessão de área no terreno da Estação Ferroviária de Massangana, onde serão construídos laboratórios para homologação de soluções em manufatura avançada, além da oferta de ensino profissionalizante de ponta.  

Diretora-regional do SENAI Pernambuco, Camila Barreto ressalta que o convênio vai fomentar um importante ambiente de negócios no Complexo Industrial Portuário de Suape, que abriga 224 empresas. “Estar em Suape é essencial para que possamos cumprir nosso papel de incentivar o fortalecimento da indústria pernambucana. Estamos criando um ambiente real para desenvolver e validar projetos relacionados à tecnologia e à inovação”, afirmou. 

 

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O novo cluster tem por objetivo apoiar e realizar atividades como a instalação de plantas-piloto, pesquisa aplicada, serviços especializados, empreendedorismo, formação de pessoal, além de fomentar o networking entre as indústrias instaladas no complexo e outras instituições. “Essa parceria com o SENAI é fundamental para abrir novas perspectivas de inovação no ecossistema industrial, portuário e socioambiental de Suape. Estamos construindo as bases para avançar tecnologicamente e criar paradigmas para a gestão 5G, equalizando os desafios e impulsionando as oportunidades do território”, ressaltou o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Porto de Suape, Carlos Cavalcanti.

Institutos SENAI de Inovação - A Rede de Institutos SENAI de Inovação foi criada para atender as demandas da indústria nacional. Ela tem como foco de atuação a pesquisa aplicada, o emprego do conhecimento de forma prática, no desenvolvimento de novos produtos e soluções customizadas para as empresas ou de ideias que geram oportunidades de negócios. Os institutos trabalham em conjunto, formando uma rede multidisciplinar e complementar, entre si e em parceria com a academia, com atendimento em todo o território nacional.

 

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A rede é composta por 26 Institutos SENAI de Inovação. Desde a criação, em 2013, mais de R$ 1,2 bilhão foram mobilizados em 1.332 projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). A estrutura conta com mais de 930 pesquisadores, sendo que cerca de 52% possuem mestrado ou doutorado. Por serem reconhecidos como Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT), os Institutos SENAI de Inovação possuem acesso a diversas fontes de financiamento não-reembolsáveis para projetos de PD&I. Atualmente, 15 institutos compõem unidades EMBRAPII e possuem acesso direto a recursos para financiamento de projetos estratégicos de pesquisa e inovação.

Blau Farmacêutica se instala em Pernambuco com investimento de R$ 1 bilhão

Executivos da indústria de medicamentos assinaram nesta quarta (26.10) contrato para compra de terreno de 64 hectares na Zona Industrial do Complexo de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, onde funcionará fábrica que deve gerar até 1.400 empregos

 

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Com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão, o projeto de expansão da Blau Farmacêutica aportará no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, com previsão de início das obras já em 2023. A assinatura do contrato de aquisição da área de 64 hectares dentro da Zona Industrial de Suape ocorreu nesta quarta-feira (26.10) no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco. O novo empreendimento da Blau, que é uma das principais indústrias de medicamentos e insumos hospitalares da América Latina, tem como objetivo gerar até 1.400 postos de trabalho diretos quando a fábrica estiver em plena operação, em 2032.
 
A solenidade de assinatura do contrato contou com a presença do governador Paulo Câmara, ao lado do presidente da empresa, Marcelo Hahn. “Pernambuco continua avançando e atraindo investimentos, mesmo durante um momento em que o país passa por muitas dificuldades. A chegada da Blau é um investimento que não estamos vendo acontecer em outros estados. Isso mostra o nosso compromisso com a atração de empresas e a confiança que transmitimos aos investidores”, destacou o governador.

 

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De acordo com Paulo Câmara, as empresas que procuram Pernambuco encontram uma infraestrutura adequada, o que é um fator definitivo para que decidam estabelecer-se no Estado. “Além disso, atuamos com atrativos fiscais totalmente regulamentados, com uma mão de obra qualificada e pronta para os desafios do futuro”, frisou.
 
Sexta planta produtiva a ser implantada pela Blau Farmacêutica no Brasil, o projeto contou com a negociação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Sdec), da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) e da administração do Complexo Industrial Portuário de Suape, com o objetivo de reforçar a ampliação do polo farmacoquímico já consolidado no Estado.
 
“A nossa vinda a Pernambuco não é por acaso. O Estado está dando toda a contribuição necessária e encontramos uma infraestrutura muito completa, que não achamos em outros locais. Juntos vamos gerar empregos para a região e alcançar o nosso objetivo de expansão”, afirmou o presidente da Blau Farmacêutica, Marcelo Hahn.

 

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SOBRE A EMPRESA — Com mais de 30 anos de fundação, a Blau Farmacêutica já desenvolveu um portfólio de mais de 150 diferentes produtos farmacêuticos. Cerca de 80% de sua produção atende ao mercado nacional, em diversas especialidades terapêuticas. A empresa produz medicamentos de alta complexidade e hospitalares essenciais, sendo especializada em produtos biotecnológicos e sintéticos para oncologia, nefrologia, hematologia, infectologia, entre outros.
 
Funcionam, ainda, cinco subsidiárias em outros países da América Latina: Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai. Estabelecida na Região Metropolitana de São Paulo, a empresa conta com plantas produtivas nas cidades de São Paulo, Cotia (sintéticos e biotecnológicos), Caucaia (CE) e Anápolis (GO). Todas funcionam com equipamentos de alta tecnologia para produção, controle de qualidade e classificação por classe terapêutica.
 
Estiveram presentes na solenidade os secretários Décio Padilha (Fazenda), André Longo (Saúde) e Ernani Medicis (Procurador-Geral do Estado); Roberto Morais, CEO da Blau Farmacêutica; o presidente de Suape, Roberto Gusmão; o presidente da Copergás, André Campos; o diretor-presidente da Adepe, Roberto Abreu; e o prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém; além de outros executivos da empresa.
 
Fotos: Heudes Regis/SEI

Suape realiza segunda oficina participativa para atualização e revisão do Plano Diretor

Durante dois dias, as propostas desenvolvidas para o futuro do complexo serão apresentadas e debatidas com os principais stakeholders envolvidos no processo

 

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O Complexo Industrial Portuário de Suape realiza, nesta terça (25) e quarta-feira (26), no auditório do centro administrativo da empresa, a segunda oficina de planejamento participativo para revisão e atualização do Plano Diretor Suape 2030. Na ocasião, serão apresentados os cenários e a visão de futuro elaborados até o momento e a proposta conceitual do novo zoneamento e do masterplan do território da estatal portuária. O plano tem por objetivo revisitar o planejamento físico-territorial-estratégico frente às novas demandas de mercado e aos desafios impostos pelo atual cenário econômico mundial.

O trabalho encontra-se na etapa de prospecção de futuro em que foram estudados os diferentes cenários temporais e alternativos para o desenvolvimento do complexo. Durante os dois dias de oficina, serão apresentadas, para os principais agentes estratégicos atuantes no território (stakeholders), questões sobre gestão do patrimônio cultural e as propostas para os assentamentos habitacionais.

“A ideia é ouvir e colher as contribuições dos diferentes grupos envolvidos com os temas em questão e com o processo de desenvolvimento e gestão de Suape, validando as diretrizes e proposições então elaboradas e apresentadas para a revisão do zoneamento”, explica o coordenador de Planejamento e Urbanismo da estatal, Roberto Salomão.

Os stakeholders identificados para participar da oficina são os representantes do empresariado/setor de negócios, instituições atuantes no território, representações da sociedade civil e da administração pública (municipal, estadual e federal). “Ouvir os agentes atuantes na região é essencial para a definição de estratégias e ações que permitam a consolidação e o desenvolvimento participativo na construção da revisão do Plano Diretor de Suape”, pontua Salomão.

CENÁRIOS

O Plano Diretor Suape 2030 foi elaborado em 2011, após o complexo registrar o período de maior progresso dos seus quase 44 anos de existência. Na ocasião, o governo estadual havia anunciado aportes em investimentos da ordem de R$ 710 milhões. Esse volume era superior aos cerca de R$ 643 milhões já empregados desde a criação de Suape. Foram elaborados três cenários de curto, médio e longo prazos de referência para orientar a visão de futuro do complexo com metas e objetivos até 2030.

 

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Com a crise econômica instalada a partir de 2014, Pernambuco sofreu forte redução nas transferências federais, além de maior limitação de acesso ao crédito. Outras variáveis, como queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta no desemprego, mudaram alguns dos cenários previstos. Com tudo isso, muitos planos e investimentos esperados ou iniciados não chegaram a ser concluídos ou retomados. Essa nova realidade econômica, com impacto sobre os diversos sistemas produtivos, exigiu o redirecionamento do próprio modelo de desenvolvimento vigente no país e, consequentemente, no Estado.

REVISÃO CRÍTICA

Considerando esse cenário e a necessidade de atendimento às demandas de mercado, Suape está promovendo a revisão crítica e executando a atualização dos instrumentos de planejamento, tomando por base o conjunto desses desafios e das novas variáveis e perspectivas para a economia nacional, regional e local, com foco nos próximos anos. Em particular, a revisão do zoneamento do complexo, incluindo a atualização do leiaute portuário frente às novas tecnologias e inovações previstas para o setor, a exemplo da produção de hidrogênio verde.

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