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Oferta de mais berços agiliza operações ship to ship em Suape

 

Suape Dezembro 2017 site

As operações de transbordo ship to ship em Suape estão ganhando cada vez mais espaço. A estratégia é fruto de uma mudança operacional. Em 2017, foram realizadas reformas nas dutovias localizadas na área portuária. Com isso, o ponto de atracação do navio cisterna, que funciona como tancagem flutuante de GLP, foi realocado e outros píeres do porto externo foram habilitados para esse processo. Agora, os PGLs 2 e 3A também podem realizar o ship to ship, antes feito apenas no 3B. A oferta desses berços reflete diretamente em maior volume de produto, na melhoria do fluxo das embarcações e na redução do tempo de espera para os navios.

É no transbordo ship to ship que são realizadas as transferências de petróleo cru, GLP (gás de cozinha), gasolina, diesel entre outros derivados do petróleo, diretamente de uma embarcação para outra, de forma segura e ágil. No procedimento, o navio-mãe opera simultaneamente com um outro navio a contrabordo e, em paralelo, pode descarregar ou carregar determinado produto para o terminal em terra. Portos que possuem menor profundidade em seus canais de navegação não têm capacidade para receber navios de grande porte. O Porto de Suape, por possuir o diferencial de ter profundidade e boas condições de operação, acaba recebendo estes navios.

Essas operações, contribuíram, em grande parte para que Suape conquistasse o título de principal porto público do país em movimentações de granéis líquidos em 2016. O coordenador de Operações Portuárias de Suape, Felipe Fonseca, explica que a infraestrutura do porto facilita este processo. “As empresas que operam e comercializam essas cargas atracam seus navios de maior porte e maior calado em Suape, transferem os produtos para navios menores e daí esses navios seguem para outros portos da região”, ponderou.

Produtos como o Diesel S-10 e o S-500, gasolina, butano, propano, petróleo, óleo combustível e GLP (gás de cozinha), foram movimentados no Porto de Suape por meio das operações de transbordo. Entre as mercadorias mais presentes neste tipo de operação estão a gasolina, o óleo combustível, o propano e o GLP. Em Suape, a primeira operação de transbordo de combustíveis aconteceu em 2013. De janeiro a outubro, 821 mil toneladas foram movimentadas nessas operações, ultrapassando, por exemplo, a de granéis sólidos, que operou, no mesmo período, 313 mil toneladas.

NAVIO CISTERNA

Dentro do universo das operações de transbordo ship to ship, Suape ainda coordena a operação do navio cisterna a serviço da Petrobras desde a década de 80. Reconhecido pela Antaq como terminal, a embarcação funciona como uma tancagem flutuante capaz de armazenar 75 mil m³ de GLP. O gás armazenado no navio passa por meio de dutos para cinco esferas instaladas na sede da Transpetro, na área portuária de Suape.

Suape realiza simulado de mesa do Plano de Contingência para Emergências de Saúde

Plano site

Por Jéssica Lima

O Complexo Industrial Portuário de Suape, por meio da por meio da Coordenadoria Executiva de Planos de Contingência da Diretoria de Gestão Portuária (DGP), realizou, nesta quarta-feira (13), uma avaliação anual e um simulado de mesa do Plano de Contingência para Emergências de Saúde Pública de Suape. O encontro foi realizado às 10h, no Prédio da Autoridade Portuária (PAP). Participaram do encontro representantes das instituições Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu); Petrobras Transporte S.A. – Transpetro; Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Pernambuco (CBM/PE) e Sindicato dos Operadores Portuários do Estado Pernambuco (Sindop).

O plano tem como objetivo estabelecer os protocolos, aprimorar o tempo de resposta e definir os papéis e atribuições dos envolvidos nos casos de suspeita de doenças infectocontagiosas na área portuária, que podem ocorrer nos navios, na área comum do porto ou nas empresas que integram o porto organizado. O documento define, ainda, as responsabilidades de cada área e a organização necessária, de modo a atender os casos integrando as ações, a prevenção e o controle dos processos epidêmicos.

“É preciso manter este plano eficiente e atualizado, para que, se houver alguma situação real, a equipe esteja automaticamente entendendo o seu objetivo e como colocá-lo em prática de forma segura e rápida”, comentou a coordenadora executiva dos Planos de Contingência de Suape, Janaína Barros.

O Plano de Contingência para Emergências de Saúde segue as exigências da Organização Mundial de Saúde (OMS), dos Ministérios da Saúde e dos Portos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Mercosul. “Recebemos, diariamente, navios com tripulação de diversos países. Nossa prioridade é estabelecer os protocolos adequados de atendimento para os casos suspeitos de doenças infectocontagiosas. É preciso saber o papel de cada órgão e ter um protocolo de procedimentos para garantir a segurança de todos”, reforçou a coordenadora.

AEDES AEGYPTI

Em janeiro de 2016, o Complexo Industrial Portuário de Suape uniu forças junto aos seus colaboradores no combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, chikungunya e zika vírus. A ação integra as obrigações do Plano de Contingência de Emergências Públicas. Na época, uma equipe multidisciplinar formada por colaboradores da Empresa Suape e representantes da Prefeitura Municipal do Ipojuca visitaram as empresas do território repassando dicas e alertas sobre o mosquito. A campanha atingiu, ainda, o Porto de Suape focando nos caminhoneiros e o público local repassando dicas e alertas.

SIMULADOS

O Porto de Suape promove simulados, sistematicamente, onde testa, na prática, os procedimentos e as exigências de segurança tanto para a área portuária como para as empresas que atuam na área do Porto Organizado. Entre os planos realizados por Suape estão o Plano de Ajuda Mútua do Porto de Suape (PAM); o Plano de Emergência Individual do Porto de Suape (PEI) e o Plano de Controle de Emergência (PCE) do Porto de Suape.

Suape realiza audiência pública sobre cessão de área para atividade de GLP

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O Complexo Industrial Portuário de Suape, realizou na manhã desta quinta-feira (7), na sede administrativa da empresa Suape, em Ipojuca, audiência pública para as empresas interessadas em explorar as atividades de envase e distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP). Representantes de três empresas participaram do evento. A solenidade é a primeira etapa antes da abertura de concorrência para cessão de uso onerosa de uma área de 24 mil metros quadrados, localizada no polo de graneis líquidos, em área não afeta à operação portuária.

A abertura da audiência foi realizada pelo presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Marcos Baptista. Em sua fala inicial o gestor apontou a importância da atividade exercida no atracadouro pernambucano. “Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), 56% do GLP importado e destinado ao consumo local entra pelo Porto de Suape. Sem dúvidas, é uma operação estratégica”, comentou, Marcos. O Porto de Suape ocupa a primeira posição nacional na movimentação de graneis líquidos entre todos os portos públicos do país, e movimentou entre janeiro e outubro deste ano 14 milhões de toneladas.

Durante a audiência, o vice-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Marcelo Bruto, detalhou o estudo simplificado da proposta e todo o projeto aos participantes. Desde 14 de novembro, os estudos e minutas estão disponíveis no www.suape.pe.gov.br. Os interessados poderão enviar, ainda, as contribuições por escrito até às 16h30, de 20 de dezembro de 2017, em formulário disponível no site oficial de Suape. As contribuições recebidas serão analisadas quanto ao seu eventual aproveitamento e o resultado dessa avaliação integrará o Relatório Final da Audiência Pública que será disponibilizado também no site de Suape em até 45 dias.

O valor estimado do investimento é de R$ 66,3 milhões, mas poderá variar de acordo com as contribuições apresentadas. O prazo de outorga ou tempo do contrato será de 15 anos. O cessionário que vencer a licitação ficará responsável pela ampliação e desenvolvimento da infraestrutura, benfeitorias ou substituições necessárias e manutenções na infraestrutura existente.

O pedido para realização da licitação foi apresentado ao governo federal. Em 13 de novembro, o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil publicou portaria (943/2017) no Diário Oficial da União autorizando a cessão do terreno. Além dos investimentos, o vencedor da concorrência terá que arcar com o valor estabelecido, resultante do estudo simplificado, para contrato de cessão onerosa, que é de, no mínimo, de R$ 5,65/m² por mês. Isso totaliza um valor global estimado mínimo de R$ 24,4 milhões a ser pago a Suape ao longo dos 15 anos. Vencerá a licitação aquele que oferecer o maior valor à autoridade portuária.

A empresa que vier a fazer uso dos serviços oferecidos pela autoridade portuária se submeterá ao cumprimento das obrigações contidas em tabela pública de tarifas, devendo ainda cumprir com o disposto na minuta de contrato, em especial uma performance mínima de 60 mil toneladas/ano (consumo aparente), considerando-se os dois segmentos de mercado (domiciliar, granel e outros envasados). O GLP é comercializado de duas formas: em botijões de 13kg, para consumo domiciliar, ou a granel, destinado a indústrias, comércio, serviços e condomínios.

Os estudos preliminares revelaram que as bases de envase localizadas em Suape operam 24% do recorte nacional de consumo de GLP. Essas bases, objeto da licitação, atendem aos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, o que em números de 2016 representam 53% do market share de toda a região Nordeste.

Conselheiros do CAP fazem última reunião do ano

CAP1Por Grace Souza

A última reunião ordinária do Conselho da Autoridade Portuária de Suape de 2017 ocorreu na manhã desta terça-feira (12), no Prédio da Autoridade Portuária. O presidente da AD Diper, Leonardo Cerquinho, foi convidado para apresentar aos conselheiros os novos investimentos e a atratividade de novas indústrias para o Estado. Em sua fala, o gestor abordou as estratégias e diferenciais que são ofertados para os empreendimentos se instalarem em Pernambuco, como os benefícios e incentivos fiscais, as cadeias produtivas e a situação fiscal equilibrada do estado.

Em seguida, o coordenador de Operações Portuárias de Suape, Felipe Fonseca, mostrou os números da movimentação de cargas de outubro. O destaque foi para o recorde histórico mensal, com 2.326.798 toneladas no período. Esta é a melhor marca alcançada por Suape num mês desde 2010, quando a Antaq iniciou o acompanhamento das movimentações dos portos brasileiros. Os veículos também tiveram um bom desempenho em outubro, registrando 10.320 automóveis, um aumento de 182% em relação ao mesmo mês de 2016.

Após as apresentações, os conselheiros visitaram as obras da dragagem do Porto Interno, iniciadas recentemente para aprofundar o canal de acesso ao Estaleiro Vard Promar.

CAP2Sobre o CAP - O Conselho da Autoridade Portuária (CAP) é um órgão consultivo da administração do porto, instituído em todos os portos organizados por força do art. 20 da Lei n° 12.815, de 5 de junho de 2013, com as competências fixadas no art. 36 do Decreto nº 8.033, de 27 de junho de 2013. É composto por três grupos: poder público, empresários e trabalhadores portuários, que possuem membros titulares e suplentes, reunindo-se periodicamente para sugerir políticas ao porto.

Suape participa de workshop automotivo no Porto do Açu

WhatsApp Image 2017 12 05 at 10.36.46Por Grace Souza

Após a assinatura do acordo de cooperação técnica em outubro passado, os portos de Suape e Açu desenvolvem mais uma atividade para troca de informações e experiências. A convite do porto fluminense, o diretor de Gestão Portuária de Suape, Paulo Coimbra, e o coordenador de Desenvolvimento de Negócios, Luiz Barros, participam do Workshop Automotivo nesta terça-feira (5), em São João da Barra (RJ). O evento será uma oportunidade para discutir as possibilidades de operações para pátios de veículos, área na qual Suape possui expertise para compartilhar com os participantes, inclusive já tendo movimentado no ano de 2017 (de janeiro a novembro) mais de 73 mil veículos em seus Pátios de Veículos.

“Estamos estudando o modelo de arrendamento que iremos adotar para o nosso pátio de veículos e no workshop podemos conhecer as iniciativas de outros terminais e verificar as tendências no setor”, explicou Paulo Coimbra. A diretora de negócios do Porto de Antuérpia Internacional (PAI), Tessa Major, será palestrante no evento. Açu mantém uma parceria com o PAI desde julho passado, que tem um forte interesse de longo prazo no mercado brasileiro.

Luiz Barros e Paulo Coimbra em visita ao Porto do Açu editadaOs representantes de Suape visitarão o local onde a Prumo Logística, que administra o Porto do Açu, pretende instalar o pátio de veículos. “Por se tratar de um porto privado, eles possuem especificidades e diferenças em relação a Suape, mas existem algumas aplicações que podemos adotar aqui em Pernambuco e é isso que nós iremos conhecer”, comentou Luiz Barros.

SOBRE AÇU
Localizado em São João da Barra, no norte do estado do Rio de Janeiro, o Porto do Açu conta com terminais portuários em áreas onshore e offshore, além de uma extensa retroárea com 90 km² para receber indústrias de diversos setores. Em operação desde 2014, no 1º semestre deste ano o Açu foi o 4º terminal privado em movimentação de cargas (dados Antaq). O número representa um marco para o empreendimento que, em 2015, estava na 15º posição.

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