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Paulo Câmara anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em terminal de gás no Porto de Suape

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Fotos: Hélia Scheppa/SEI

 
 

O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quarta-feira (14.07), que o Complexo Industrial e Portuário de Suape – no município do Cabo de Santo Agostinho – terá um novo terminal de tancagem de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha. A estrutura é uma parceria entre a Nacional Gás, do Grupo Edson Queiroz, e a Liquigás e Copagaz, da Copa Energia, com o objetivo de garantir o abastecimento da região Nordeste, que atualmente conta com estoque de apenas quatro dias. O investimento previsto é de R$ 1,2 bilhão, e a expectativa é da geração de cerca de mil postos de trabalho durante as obras.

 

"O novo terminal de gás GLP vai gerar emprego e renda, e é mais um polo de infraestrutura fundamental para o crescimento do Estado. Estamos muito confiantes de que, mesmo com a pandemia, com trabalho sério e planejamento vamos conseguir avançar e continuar fazendo de Pernambuco um lugar cada vez melhor para investir, com bons empregos e qualidade de vida", frisou Paulo Câmara.

 

O novo terminal contará com unidade de infraestrutura de 90 mil metros cúbicos de tancagem, além da implantação de dutos para movimentar a matéria-prima e fazer as conexões logísticas. O diferencial está na tecnologia, inédita no Brasil, na qual o gás é armazenado refrigerado, ocupando um volume reduzido que permite ampliar a capacidade de estoque. A previsão é de que o terminal, de 60 mil metros quadrados, comportará anualmente cerca de 1,5 milhão de toneladas de GLP.

 

"Já temos um investimento anterior aqui em Pernambuco, e agora decidimos diversificar. Vamos atuar no setor de infraestrutura, e estamos começando pela infraestrutura portuária. Essa é uma grande oportunidade para investir em tancagem, dada a modernização e revisão do modelo de abastecimento do gás GLP por parte da Petrobrás. Vamos aproveitar o terreno onde estamos para incluir esse novo projeto", detalhou Carlos Rotella, presidente do Grupo Edson Queiroz. Os aportes começaram com R$ 20 milhões investidos na requalificação das instalações da unidade de envase de GLP da empresa Nacional Gás, essencial ao novo projeto.

 

O equipamento já nasce com grandes clientes: a Nacional Gás, Copagaz e Liquigás, que devem consumir cerca de 70% do volume de negócio. "O terminal estará disponível para que outras distribuidoras possam importar diretamente o combustível, contando com a nossa infraestrutura. Assim, terão mais agilidade, segurança e tecnologia à disposição", complementou Rotella.

 

"A Copa Energia, com a aquisição da Liquigás, se tornou o maior player da América Latina de GLP e um dos principais do Nordeste. Esse investimento é um passo importante para garantia de abastecimento da região, porque passaremos a ter uma tancagem com maior capacidade de armazenamento, garantindo o abastecimento no longo prazo", disse Pedro Turqueto, vice-presidente da Copa Energia.

 

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, ressaltou que diversos segmentos são estratégicos dentro da política de atração de novos negócios para Pernambuco, principalmente os de alto valor agregado, que representam impacto social, econômico e de proteção ao meio ambiente, e o setor de gás de cozinha é um deles. "Suape está se consolidando como Hub do Nordeste, agora com um terminal de GLP, o gás de cozinha, um produto que é tão usado em todas as casas dos nordestinos", destacou Geraldo.

 

Já o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão, afirmou que a prospecção de novos negócios tem resultado na atração de grandes grupos empresariais dos mais diversos setores econômicos para o complexo. "Nosso porto tem diferenciais que nenhum outro tem, como localização privilegiada, profundidade e ótima infraestrutura, o que nos capacita para termos hubs de várias cargas e atrair empreendimentos inovadores e sustentáveis", afirmou. Gusmão lembrou ainda que Suape já conta com uma planta de hidrogênio verde e é o maior distribuidor de granéis líquidos na parte de combustível. "Com a chegada de mais uma empresa de GLP, caminhamos para nos consolidar como um dos mais importantes portos do Brasil", completou.

Parceria com o Cesar vai tornar Porto de Suape o mais moderno do país

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Ipojuca, 5 de julho de 2021 - O Porto de Suape celebra mais uma parceria em benefício da inovação tecnológica de suas atividades que vai transformá-lo no mais moderno do país.  Desta vez, a iniciativa acontece com o renomado Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), localizado no ambiente do Porto Digital, e tem como objetivo auxiliar a estatal no desenvolvimento de soluções inovadoras para renovar e agilizar as operações, além de suprir as necessidades de comunicação com o setor portuário do Brasil e do mundo. 

A iniciativa surge a partir dos desafios de sustentabilidade econômica, eficiência operacional e aumento da movimentação que apontam para uma contínua busca de maior competitividade nos cenários nacional e internacional. Nos portos de classe mundial são utilizadas plataformas que visam a integração de sistemas, comunicação entre anuentes e automação de processos, os chamados Port Comunity System - PCS (Sistema da Comunidade Portuária). 

O desenvolvimento de uma plataforma integrada, além de promover maior interação entre os atores envolvidos na operação portuária como armadores, operadores, agentes marítimos, órgãos fiscalizadores, a autoridade portuária, fará com que Suape passe a figurar como um hub de geração e difusão de inovação e tecnologias emergentes, voltado para a eficiência na logística portuária. O trabalho foi iniciado há dois anos com o processo de transformação digital do atracadouro, com a estratégia de estreitar os laços entre o setor da logística portuária e o ecossistema de inovação do Porto Digital, do qual o CESAR faz parte. 

"Suape já adota medidas rígidas de compliance e governança para garantir transparência da nossa operação e a parceria com o CESAR não apenas conecta todos os agentes das movimentações no porto, como também amplia e simplifica a comunicação com clientes e autoridades portuárias. Na prática, representa mais velocidade nos processos, mais ganhos de tempo nas rotas integradas a Suape e ainda mais transparência para fazer do nosso porto um lugar cada vez mais digital e seguro para se fazer negócios", ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio. 

O diretor-presidente da estatal portuária, Roberto Gusmão, lembra que Suape foi um dos quatro portos brasileiros escolhidos para integrar um grupo de trabalho para a construção do PCS nacional, tendo, inclusive, sido reconhecido pela Secretaria Nacional de Portos como um case de inovação para todo o Brasil. "Com a parceria com o CESAR, vamos elevar ainda mais a digitalização e a modernização de nossas atividades neste novo mundo físico e digital, ou figital. A meta é ter um porto em Pernambuco conectado, o quanto antes, com as plataformas globais das comunidades portuárias do país e de todos os continentes", pontua Roberto Gusmão. 

O CESAR já desenvolveu soluções para instituições como o Exército Brasileiro e a Petrobras e disponibilizará, ao longo de dois anos, uma equipe de profissionais com expertise no assunto e experiência de mercado para criar as ferramentas de integração que resultarão na digitalização de muitas das rotinas que envolvem a operação portuária. 

"Desde a nossa fundação, em 1996, temos levado inovação ao mercado na forma de educação, projetos e aceleração de startups. É com muita satisfação que apoiaremos o Complexo de Suape na construção de soluções que proporcionem aumento de competitividade e atratividade, através da transformação digital, da realização de experimentos e do desenvolvimento tecnológico, simplificando processos e cortando burocracia", comemora Fred Arruda, CEO do CESAR. 

Sobre o CESAR -  O CESAR é um centro de inovação que há 25 anos forma pessoas e impulsiona organizações, potencializando suas estratégias digitais. Por meio de um time diverso e multidisciplinar de cerca de mil colaboradores, desenvolve soluções com qualidade e impacto para os negócios, articulando talentos e conhecimento nos ecossistemas onde está inserido. Atua ao longo de todo o ciclo de inovação, desenvolvendo soluções que apoiam organizações em qualquer nível de maturidade digital que se encontre. A organização faz parte do Porto Digital - parque que agrega em Recife mais de 300 empresas dos segmentos de Tecnologia da Informação e Comunicação e economia criativa. O CESAR também possui regionais em Sorocaba, Curitiba e Manaus, atuação em São Paulo e Rio de Janeiro, e administra a CESAR School, escola de inovação criada com a finalidade de capacitar profissionais para as novas demandas de um mercado cada vez mais disruptivo. Além disso, o CESAR também atua na aceleração de novos negócios. Mais em www.cesar.org.br

Terminal de granéis sólidos volta a operar e incrementa movimento de cargas no Porto de Suape

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O terminal de granéis sólidos do Porto de Suape, localizado na retroárea do Cais 5 do atracadouro, começou a operar no último fim de semana, depois de dois anos e três meses com as atividades paralisadas. A área dispõe de 72 mil metros quadrados para movimentação e armazenagem de cargas diversas. "Com essa retomada, Suape terá incremento na exportação e importação, tais como açúcar a granel e em sacos, granéis sólidos em geral, como fertilizantes e barrilha (sal branco e translúcido aplicado na produção de vidro, papel, sabão e detergente); coque de petróleo, granéis vegetais, entre outros", pontua Roberto Gusmão, diretor-presidente de Suape. Ele revela que a chegada da primeira carga importada de coque verde de petróleo pelo porto marcou o reinício das operações do terminal, arrendado, temporariamente, pela empresa M&G São Caetano.

A embarcação com carga importada de coque verde de petróleo atracou no último domingo e a operação de desembarque das 33 mil toneladas do produto teve início quatro horas depois, devendo ser concluída em 5 ou 6 dias. O navio Lipsi, de bandeira da Ilha de Malta (país europeu), saiu do Porto de Houston, no Texas (EUA), em 2 de junho. A operação segue as orientações ambientais recomendadas pela autoridade portuária, bem como as exigências da licença de operação emitida pelo órgão de controle ambiental.

Assinado no último dia 16 de junho, o contrato de transição com a M&G tem duração de seis meses ou até a conclusão do processo licitatório do arrendamento definitivo pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que ocorrerá em 2022, para exploração do terminal por 35 anos. O espaço foi oferecido para arrendamento após a devolução da área pela Agrovia do Nordeste e autorização da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNPTA). A M&G São Caetano participou do chamamento público em 2020 e ofereceu o maior preço do certame. O terminal tem capacidade para movimentar de 500 a 600 mil toneladas de carga por ano.  

O coque verde de petróleo é usado como matriz energética e pode substituir o carvão como combustível nas indústrias. A carga é constantemente exportada via Porto de Suape. Já a operação de descarga é uma novidade e difere dos procedimentos de embarque. O produto é retirado do navio pelos guindastes da embarcação e depositado na caçamba de caminhões por meio de uma moega (equipamento portuário que tem o formato de funil). A carga segue para ser armazenada no terminal, situado próximo do local de desembarque e esse é um dos diferenciais da operação.

Outro ponto a considerar é o monitoramento de particulados 24 horas/dia. A M&G contratou duas empresas, uma para o monitoramento terrestre e outra, para o marítimo. Esses e outros procedimentos são importantes para garantir que não ocorram danos ao meio ambiente. "Contamos também com um supressor de particulados sueco que evita a dispersão de partículas durante a movimentação das cargas. Essas melhorias são baseadas em 15 anos de experiência operando coque de petróleo", explica Geraldo Lobo, proprietário e CEO da empresa.

A Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape emitiu recomendações quanto aos procedimentos de segurança que devem ser seguidos, como por exemplo: limpeza constante do cais, quando houver produto no chão; paralisação imediata em caso de chuva ou ventos fortes; instalação de barreiras de contenção para cercamento do espelho d'água ao redor do cais, entre outras providências.

A M&G tem sede na cidade de São Caetano, no Agreste de Pernambuco, e é especializada no beneficiamento de gesso e caulim (minério composto de silicatos hidratados de alumínio usado na fabricação de papel, cerâmica, tintas etc.). Também atua como operador portuário, armazéns gerais, carga e descarga e outros serviços de transporte e logística.

Suape lança projeto para produção de mel e derivados em comunidades do complexo

O objetivo do programa é fomentar a  geração de renda em sintonia com a preservação da natureza

Meliponicultura1 arquivo Heloíse Oliveira Suape

A meliponicultura, que consiste na criação e preservação de abelhas sem ferrão, para fomentar o desenvolvimento social e a geração de renda em sintonia com a preservação da natureza, é o mote do projeto que o Complexo Industrial Portuário de Suape lançou em parceria com moradores de comunidades consolidadas em seu território, que ocupa área de 13,5 mil hectares nos municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, no Grande Recife. "Com essa ação socioambiental, vamos capacitar as famílias cadastradas para o manejo e recolhimento de mel e processamento de produtos derivados", explica Carlos Cavalcanti, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade (DMS) da estatal portuária.


O trabalho consiste na implantação de 30 meliponários, cada um com 20 colmeias. O investimento é de R$ 321,2 mil e será executado num prazo de dois anos. O lançamento ocorreu, recentemente, durante encontro virtual entre a equipe da DMS, colaboradores de Suape e o presidente da Associação dos Apicultores e Meliponicultores do Cabo de Santo Agostinho (AAMC), Antônio Ferreira.


A AAMC foi a vencedora da licitação para execução do projeto, que começa a dar os primeiros passos. Nessa etapa, 200 abelhas nativas brasileiras sem ferrão serão adquiridas pela entidade, mas o programa prevê em torno de 600 exemplares ao longo do seu desenvolvimento. A família das abelhas é composta por rainha, princesas, zangões e operárias. "A meliponicultura é considerada uma atividade sustentável, já que contribui diretamente com os biomas por meio da polinização das espécies nativas da Mata Atlântica presentes no território de Suape", pontua o diretor Carlos Cavalcanti.


A equipe da Associação dos Apicultores e Meliponicultores também utilizará a técnica de caixas-iscas para a captação de colmeias que forem identificadas em troncos de árvores envelhecidas para serem deslocadas para o meliponário das comunidades. O programa beneficiará, diretamente, 30 famílias. Técnicos da entidade também realizarão oficinas sobre a biodiversidade do território e manejo das abelhas visando o fomento do empreendedorismo social.

Meliponicultura2 arquivo Heloíse Oliveira Suape


SUSTENTABILIDADE - "Além da empresa ser signatária do Pacto Global pela Sustentabilidade instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece o cumprimento de 10 princípios que cumprem responsabilidades nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, buscamos alcançar a certificação ESG (sigla em inglês para designar Governança Ambiental, Social e Corporativa) com o desenvolvimento de nossa estratégia e práticas socioambientais, a exemplo dos projetos de meliponicultura e os laboratórios de ecotecnologias, entre outros que estão em andamento", ressalta o diretor da DMS, Carlos Cavalcanti. "A adoção desses princípios e ações cria um ambiente favorável à imagem do complexo e à chegada de novos negócios, ajudando na descarbonização da economia, com crescimento econômico e equidade social em Pernambuco e no Nordeste", reforça o gestor.


POLINIZAÇÃO - As abelhas têm importante papel na natureza para a polinização das plantas. "A manutenção e perpetuação das espécies nativas é um dos principais objetivos do projeto. Se a gente multiplica o número de abelhas nas áreas de proteção ambiental de Suape, efetivamente, vamos conseguir ter plantas com o maior poder germinativo, e é nesse momento que há a interface entre a abelha e a natureza. O mel, então, chega como um subproduto, e com o decorrer da produção, poderá ser comercializado com o auxílio técnico da associação", explica Antônio Ferreira, presidente da AAMC.


O projeto sempre tem início no período da entressafra (maio a agosto, que corresponde ao período chuvoso na Zona da Mata pernambucana, em que não há floração suficiente para que as abelhas produzam mel. Entre setembro e março de 2022, as famílias poderão começar a ver a produção do mel aparecer, pois esse ciclo corresponde aos meses de safra, momento ideal para que o mel seja recolhido para comercialização.

Meliponicultura3 arquivo Heloíse Oliveira Suape

Complexo de Suape integra pacto global da ONU

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Ipojuca, 17 de junho de 2021 - O Complexo Industrial Portuário de Suape dá mais um passo em benefício do desenvolvimento sustentável e das boas práticas empresariais. A estatal portuária agora integra o seleto grupo de representações públicas e privadas do mundo que integram o Pacto Global, rede criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com a missão de fomentar iniciativas que promovam ações sociais, incentivando a sustentabilidade e promovendo a cidadania. No total, 161 países são signatários do pacto.

Como membro desse movimento mundial, a empresa Suape busca fazer negócios e se desenvolver localmente, adotando os 10 princípios estabelecidos pela rede, que cumprem responsabilidades nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Esses princípios são derivados de documentos importantes, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração da Organização Internacional do Trabalho sobre Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, a Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção.

O compromisso assumido por quem é signatário do Pacto Global é a Agenda 2030 e os 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pela ONU, que tem sede em Nova Iorque, nos Estados Unidos. "Aderir ao Pacto Global é mais um sinal de que estamos alinhados com essa batalha para resolver problemas estruturais da sociedade e do planeta e buscando as boas práticas que promovam desenvolvimento de forma integradora, compensando desequilíbrios no sistema econômico e social e, principalmente, cuidando das pessoas. Tudo isso se soma ao nosso claro entendimento de que a bioeconomia é a grande fonte de riquezas das próximas décadas. É mais uma contribuição de Suape e de Pernambuco na busca pelo verdadeiro bem-estar econômico e social", declara o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio.

RELATÓRIO ANUAL

Anualmente, Suape terá como compromisso enviar um relatório chamado de Comunicação de Progresso, no qual a empresa pontuará seus esforços dentro das ODS ou de acordo com os 10 princípios determinados pelo Pacto Global. Ao longo dos últimos anos, a estatal já vem desenvolvendo ações dentro das temáticas dos princípios da rede, a exemplo da Comissão Socioambiental que discute ações para educação e proteção ambiental entre os colaboradores da empresa e representantes da comunidade do entorno. A promoção da inclusão social com foco na gestão de conflitos junto às comunidades do seu território é outra iniciativa em curso.

"O mapa estratégico organizacional de Suape determina as metas globais a serem atingidas no horizonte 2017-2030. Com isso, temos trabalhado fortemente temas como o desenvolvimento da sustentabilidade ambiental e social em nosso território de 13.500 hectares, dos quais 59% são áreas de preservação. Agora, a empresa assume publicamente o seu compromisso, passando a integrar uma comunidade internacional que possibilita o alcance de metas mundiais. Com isso, estabelecemos uma rede de negócios em consonância com o crescimento sustentável, implementando ações imediatas que garantirão sucesso a médio e longo prazo", comenta o diretor-presidente de Suape, Roberto Gusmão.

"Com a adesão ao Pacto Global, Suape também incentivará outras empresas que fazem parte do território do complexo industrial portuário a assumir compromissos semelhantes. Para isso, realizará fóruns para discutir o Pacto Global. A ideia é que todas as instituições possam se unir em favor do desenvolvimento sustentável", adianta Francisco Martins, diretor de Planejamento e Gestão da estatal.

Sobre Suape - Fundado há 42 anos no Litoral Sul de Pernambuco, entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santos Agostinho, o Complexo Industrial Portuário de Suape é considerado a âncora e a locomotiva do desenvolvimento do Estado, atraindo grandes empreendimentos em suas cadeias produtivas. Situado a apenas 40 quilômetros do Recife e instalado em uma área de 13,5 mil hectares, é um complexo que conta com 150 empresas instaladas e em implantação. Ainda contempla uma grande área de preservação ecológica, que representa 59% do território, reafirmando o compromisso da empresa com uma agenda verde e sustentável, aliando o desenvolvimento econômico com a proteção do meio ambiente. Em 2020, o porto movimentou o total de 25,6 milhões de toneladas de cargas, alcançando o recorde histórico e o quarto lugar no país no ranking da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

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