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Porto de Suape cresce no primeiro semestre do ano

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Por Grace Souza e Jéssica Lima

O balanço da movimentação de cargas do primeiro semestre deste ano apontou crescimento no Porto de Suape. De janeiro a junho de 2018, o Porto movimentou 11.362.250 de toneladas, representando um aumento de 5% em relação ao primeiro semestre de 2017, quando movimentou 10.825.065 toneladas. Destaque mais uma vez para as cargas de granéis líquidos com 8.705.601 de toneladas movimentadas. O crescimento é de 11% em comparação a 2017.1, quando movimentou 7.858.108 toneladas.

Junho foi o mês que apresentou melhor desempenho na movimentação de cargas no ano. O peso bruto do total de carga movimentada no período foi de 2.091.535 toneladas, representando 7% de aumento em relação a junho de 2017.

Líder nacional em navegação por cabotagem, com 7.700.651 toneladas movimentadas no primeiro semestre de 2018, cresceu 10% em relação ao mesmo período do ano passado quando 6.957.534 de toneladas foram movimentadas.

Os números de importação e exportação também são expressivos. As importações continuam sendo o carro chefe das operações de longo curso no porto pernambucano com 2.363.417 toneladas movimentadas. Já as exportações seguem em crescimento atingindo 1.298.183 toneladas.

O bom desempenho também contou com o incremento de 18% na movimentação de graneis sólidos (açúcar e trigo). Foram 250.585 toneladas no primeiro semestre de 2018, ante 211.472 no mesmo período de 2017. Das cargas gerais soltas, a movimentação de veículos ganha destaque fechando o semestre com 31.365 carros exportados e importados no Porto de Suape.

Maior porto movimentador de contêineres no Norte/Nordeste, Suape apresentou 214.497 TEUs (que é a unidade de medida universal para um contêiner de 20 pés) movimentados no período.

Suape sedia encontro nacional de portos e terminais de contêineres

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Por Grace Souza
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O Porto de Suape será o anfitrião do 27º Encontro dos Portos Organizados sobre o Sistema de Desempenho Portuário (SDP), evento organizado anualmente pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A abertura será nesta quarta-feira (15) e o encerramento na sexta (17), na sede administrativa do Complexo Industrial Portuário de Suape. Neste ano, além dos portos públicos, também haverá a participação dos terminais de contêineres (arrendados e terminais de uso privado).

O encontro terá uma série de palestras, que abordarão diversos temas, entre eles, apresentação do Estatístico Aquaviário da Antaq; tempos de paralisação: tabela atual e metodologia para novos tempos; e declaração dos conteúdos dos contêineres. O objetivo do evento é avaliar a qualidade dos dados do SDP, ouvir sugestões dos representantes dos portos que participam do sistema e comunicar alterações de manutenções evolutivas no SDP.

O SDP - Sistema que guarda dados das movimentações portuárias, transporte de longo curso, cabotagem e vias interiores, frota e afretamento, acordos bilaterais. Além disso, disponibiliza ferramenta para montagem de consultas específicas, opção para envio de sugestões, críticas e outras mensagens. É possível fazer o download de toda base de dados que compõe o sistema.

Agricultores e artesãos de Suape comemoram 5° edição do Projeto Tô na Feira

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Por Priscila D'arc

A quinta edição do projeto Tô na Feira foi um sucesso para os agricultores familiares e artesãos das comunidades inseridas no território do Complexo Industrial Portuário de Suape. O evento foi realizado nesta quarta-feira (08) durante todo o dia na sede da administração do Complexo, localizada em Ipojuca. Ao todo, oito comunidades do território de Suape e os produtores do assentamento rural Bruno de Albuquerque Maranhão (Cabo de Santo Agostinho) estiveram presentes.

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Os agricultores e artesãos comercializaram as mercadorias produzidas, exclusivamente, pelas famílias, como: frutas, verduras, hortaliças, artesanatos, raízes, pães, bolos, cosméticos e vestuário. Todos os alimentos oferecidos são livres de agrotóxicos. Foram montadas 19 barracas, com produtos diversos especialmente selecionados. Também à disposição dos funcionários, havia artigos como artesanatos, cosméticos derivados de argila, sabões ecológicos e mudas de plantas. A animação do “Tô na Feira” ficou por conta de Váva Galdino e Vaninho Santos (Voz e Violão).

“É um projeto interessante. Abre portas para que estas pessoas apresentem os produtos e participem da comercialização. Muitos agricultores precisam dar visibilidade aos seus produtos e Suape, com essa feira, possibilita a divulgação. Esse evento legitima um público que necessita e insiste na agricultura familiar”, disse Ariel Melo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar do Cabo de Santo Agostinho (Sintraf). Já para a artesã Maria José dos Santos, que junto com outros 10 artesãos integram o Ateliê de Massangana, o Projeto é uma oportunidade para se aperfeiçoar cada vez mais. “O projeto agregou mais valores e as vendas aumentaram”, disse.

“Eu acho que Suape iniciou um processo com esses agricultores, que faz com que eles se fortaleçam cada vez mais. São posseiros e agricultores, pessoas simples do campo que têm nesse momento uma oportunidade para demonstrar o seu trabalho. Parabéns a todos que fazem esse trabalho que é feito com grande dedicação. A forma de conduzir o projeto é toda feita com amor e dedicação”, disse Carlos Vilar, presidente de Suape.

A ação é aberta também para o público no entorno de Suape. Nesta edição, receberam a presença de colaboradores da Refinaria Abreu e Lima, Petrobras, Frompet e Indorama, que teve uma de suas colaboradoras como vencedora no sorteio da cesta especial do Dia dos Pais. “É a primeira vez que participamos do “Tô na Feira”, que é um ótimo projeto com pessoas do campo trazendo produtos excelentes. Saímos daqui muitos satisfeitos e com a certeza de voltar nas próximas edições”, disse Ivone Paz, gestora de Recursos Humanos da frompet.

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O Projeto “Tô na Feira” acontece desde novembro de 2017 e surgiu com a necessidade de fortalecer a relação com os moradores locais e desenvolver a sustentabilidade ambiental e social dos residentes no território. A ação, coordenada pela Coordenadoria de Assistência Social da Diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio, conta com o apoio das coordenadorias de Comunicação, Gestão Fundiária e Condominial e da Diretoria de Administração e Finanças de Suape.

CAP discute melhorias de infraestrutura e operações portuárias


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Por Cláudio Oliveira e Grace Souza

O presidente do Conselho de Autoridade Portuária de Suape (CAP), Domênico Accetta, conduziu os trabalhos da 43ª Reunião Ordinária do colegiado na manhã da última quinta-feira (9), no Prédio da Autoridade Portuária (PAP). Os membros presentes discutiram assuntos de infraestrutura e de melhoria nas operações do porto. O presidente de Suape, Carlos Vilar, falou aos conselheiros que está envidando esforços para apresentar projetos ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA) a fim de captar recursos federais para o Porto de Suape.

Outro tema abordado foi a atualização do Plano Mestre do Porto Organizado de Suape. Na ocasião, os conselheiros presentes apresentaram contribuições para incorporar à proposta. O Plano Mestre é um instrumento de planejamento voltado à unidade portuária que, considerando as perspectivas do planejamento estratégico do setor portuário nacional, visa direcionar as ações, melhorias e investimentos de curto, médio e longo prazo no porto e em seus acessos. Toda a atualização está sendo conduzida pela Secretaria Nacional de Portos do MTPA.

A equipe de Gestão Portuária, que tem como diretor Paulo Coimbra, apresentou algumas considerações quanto ao estudo de manobrabilidade, como a implantação do calado dinâmico em Suape. O calado dinâmico é uma importante ferramenta operacional que traz segurança à navegação e aumenta competitividade do porto. Por fim, também foi discutido o Plano de Acessibilidade Aquaviária com expectativa de curto, médio e longo prazo, discursões estas que continuarão nas próximas reuniões.

Marégrafo é instalado no Porto de Suape

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Por Priscila D'arc

O Porto de Suape, por meio de acordo de cooperação técnica com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), recebeu a instalação de um marégrafo, que consiste em uma estação de monitoramento do nível do mar. O equipamento foi concebido, projetado e adquirido pela Fundação Universidade do Rio Grande (FURG) e atualmente está sob responsabilidade da UFPE. O objetivo é dar suporte à pesquisa e, paralelamente, ampliar as funcionalidades do monitoramento da estação Meteoceanográfica de Suape, além de dar mais segurança operacional à atracação de navios e ao monitoramento das condições ambientais, já que o equipamento captura e disponibiliza periodicamente fotografias que permitem verificar o estado do mar condição geral da superfície da água  no canal de acesso ao porto interno. 

Segundo o acordo, cabe ao Porto de Suape disponibilizar a área para o aparelho, e, à UFPE, a instalação e manutenção do equipamento, que foi instalado sobre o cabeço de proteção sul, junto ao canal de acesso ao porto interno. O porto já conta com uma estação Meteoceanográfica, que é composta por uma torre com sensor de direção e intensidade do vento, um marégrafo tipo radar e um perfilador acústico de correntes, conhecido como ADCP, que mede a intensidade e direção das correntes marítimas, além do ondógrafo.

"A chegada deste marégrafo vem para complementar o trabalho da nossa estação Meteoceanográfica, que foi instalada em 2016. Uma das funções que ganhamos com a inclusão deste equipamento é o registro fotográfico do estado do mar, que são geradas e enviadas automaticamente para o sistema online a que temos acesso. O que nos dá cada vez mais precisão na análise das condições marítimas para navegação", explicou a diretora de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Michelle Gomes.

A partir de agora, o Porto de Suape passa a fazer parte de uma rede nacional de instrumentação oceanográfica, no âmbito do Projeto Implantação da Rede de Marégrafos do Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SiMCosta), financiado pelos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O SiMCosta é uma rede integrada de plataformas dotadas de instrumentos e sensores, com funcionamento autônomo e capacidade de coletar regularmente variáveis oceanográficas e meteorológicas, transmitindo-as para uma central de processamento e disponibilizando gratuitamente os dados processados ao público-alvo. Todas as estações têm seus níveis de referência monitorados continuamente pela Rede Altimétrica de Alta Precisão do IBGE, o que permite identificar e mapear consequências da elevação do nível do mar na região costeira.

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