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PAM Suape encerra programação de simulados 2019

foto destaque pam suape

Esta semana foi marcada pelo encerramento dos simulados do Plano de Ajuda Mútua do Porto de Suape (PAM Suape). Nos dias 19 e 22 de novembro, foram realizados os últimos exercícios da programação, que neste ano testou quatro cenários de emergência. Na última terça-feira, a simulação foi uma ocorrência com vazamento de paraxileno (produto químico usado nas indústrias têxtil e PET) na dutovia dentro da área portuária. Esse cenário contou com a presença da Segurança Portuária, dos terminais da Pandenor, Transpetro, Temape, Termope – que integram a área 1 do PAM, além do Corpo de Bombeiros e da equipe da Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape, que coordena o PAM.

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Nesta sexta-feira, o exercício foi a ocorrência de um incêndio na fábrica da Indorama, pertencente à área 4 do PAM. As empresas participantes foram PQS (PetroquímicaSuape), Refinaria Abreu e Lima e Arlanxeo. O Corpo de Bombeiros foi acionado, assim como a ambulância de Suape. Trinta e quatro pessoas participaram dos dois simulados, que ocorreram pela primeira vez de forma surpresa. Os integrantes foram acionados achando que era uma ocorrência real. Essa forma de treinamento é muito importante para a evolução de todas as equipes.

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O objetivo desses simulados é realizar ações conjuntas com os participantes do PAM para testar os cenários de incidentes, hipóteses acidentais e os recursos utilizados como os acionamentos, tempos de resposta, recursos humanos e materiais em cada situação. Para Janaína Barros, coordenadora-executiva dos Planos de Contingência de Suape, "os simulados servem de experiência para as equipes estarem melhor preparadas para emergências reais, reduzindo suas consequências e amplitude".

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PAM

O Plano de Ajuda Mútua é um plano de emergência que tem como objetivo a prevenção, controle e mitigação de cenários emergenciais que possam ocorrer nas empresas do porto organizado ou em áreas adversas, ameaçando o homem, o meio ambiente e a integridade das instalações portuárias. É instituído pela Norma Regulamentadora nº29 e pela Lei Estadual Nº 14.919, de 8 de março de 2013. Em Suape, o PAM é composto por 21 empresas situadas no Porto Organizado e em demais áreas de influência, em parceria com o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, o SAMU, a CPRH e outros órgãos de proteção ambiental.

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Porto de Suape realiza programação 2019 dos simulados do Plano de Ajuda Mútua

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O Porto de Suape iniciou a programação dos exercícios simulados do Plano de Ajuda Mútua (PAM) deste ano. Estão sendo testados quatro cenários de emergência, sendo o primeiro realizado na última quarta-feira (13) e o segundo nesta quinta-feira (14). Os demais acontecerão até o fim do mês. O objetivo é realizar ações conjuntas com as empresas arrendatárias que participam do PAM para testar aspectos relacionados aos cenários e hipóteses acidentais, como o fluxo de comunicação, acionamento, tempo de resposta, recursos humanos e materiais em cada situação.

O primeiro exercício simulou um incêndio em subestação de energia na área 3 do PAM de Suape, que compreende as empresas Localfrio, Bunge Moinho, Tecon Suape e Estaleiro Atlântico Sul. O segundo teste encenou um tombamento de caminhão transportando gasolina seguido de princípio de incêndio na área 2 do PAM. Participaram as empresas Liquigás, Copagaz, Nacionalgás, Bunge Alimentos, Ultragaz, OGMO – Suape, Ultracargo, Supergasbrás e Decal, com reforço do EAS, além do Corpo de Bombeiros Militar.

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Nas duas situações foram testados os fluxos de comunicação que compreendem o acionamento da empresa com o PAM e a comunicação com emergências externas; o tempo de resposta e a chegada dos recursos humanos e materiais, como brigadistas e ambulâncias das empresas. Os dois simulados envolveram cerca de 100 pessoas das empresas que participam do PAM, Corpo de Bombeiros, equipe da Diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Suape e efetivo da segurança portuária, que atua controlando o tráfego nas áreas afetadas por ocorrências.

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Segundo o coordenador de Gestão Ambiental do Porto de Suape, Paulo Teixeira, "a ideia dos simulados é analisar como podemos evoluir a partir do exercício e estarmos mais bem preparados caso ocorram situações reais. Continuaremos trabalhando juntos para que, em ocorrências semelhantes, a atuação seja rápida e eficiente", concluiu. Até o fim do mês, outros dois cenários serão testados, sendo um vazamento de produto químico em dutovia e um incêndio em uma empresa.

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PREMIAÇÃO

A Coordenadora-executiva de Planos de Contingência de Suape, Janaína Barros, participou do III Encontro Nacional PAM/Rinem, na semana passada, onde apresentou a estrutura organizacional do Plano de Ajuda Mútua (PAM) do Porto de Suape e a importância do Plano de Gerenciamento de Riscos. O evento foi realizado em Santos (SP) e premiou os grupos de auxílio mútuo de vários estados, entre eles o PAM de Suape. Ao longo do encontro, coordenadores de PAMs, consultores e profissionais da área de segurança compartilharam suas experiências para evitar a ocorrência de uma emergência e como melhorar o preparo das equipes para reduzir suas consequências.

PAM

O Plano de Ajuda Mútua é um plano de emergência que tem como objetivo a prevenção, controle e mitigação de cenários emergenciais que possam ocorrer nas empresas do porto organizado ou em áreas adversas, ameaçando o homem, o meio ambiente e a integridade das instalações portuárias. É instituído pela Norma Regulamentadora nº29 e pela Lei Estadual Nº 14.919, de 8 de março de 2013. Em Suape, o PAM é composto por 21 empresas situadas no Porto Organizado e em demais áreas de influência, em parceria com o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, o SAMU, a CPRH e outros órgãos de proteção ambiental.

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I Workshop de Segurança Operacional do Porto de Suape reúne comunidade portuária

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O Complexo Industrial Portuário de Suape realizou o I Workshop de Segurança Operacional, com o tema Granéis Líquidos e Riscos Associados, nesta quinta-feira (24/10), no auditório do Centro Administrativo. O evento reuniu mais de 120 pessoas da comunidade portuária e das empresas localizadas no Porto de Suape. A programação foi realizada em parceria com representantes dos terminais de granéis líquidos e gases do porto organizado que apresentaram a segurança e os riscos da operação de cada produto.

Durante a abertura, o gerente de Engenharia de Projetos e Processos de Suape, André Rafael Cavalcanti, explicou a importância de fazer um evento reunindo terminais e usuários do porto para falar sobre os procedimentos de segurança nas operações de combustíveis, produtos químicos, gases e derivados de petróleo. "Nosso objetivo é multiplicar as principais normativas e políticas operacionais para realização de atividades na área primária do Porto, refletindo em menores riscos de acidentes e na segurança geral", disse. Em Suape, a movimentação de granéis líquidos e gases representa 75% de toda carga que passa pelo porto.

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Pela manhã, a primeira apresentação foi sobre os procedimentos operacionais de segurança no porto, ministrada pela engenheira de segurança do trabalho e coordenadora-executiva da Diretoria de Gestão Portuária de Suape, Sandra Oliveira. Em sua fala, a engenheira explicou que o objetivo de adotar esses procedimentos visa minimizar os riscos de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, proteger a integridade do trabalhador e do patrimônio do Porto. "A área portuária é considerada como local de risco por ter movimentação de produtos com alto grau de periculosidade. É importante e extremamente necessário o uso de todos os EPIs dentro do Porto Organizado", explicou.

Em seguida, os representantes do grupo Temape (Terminais Marítimos de Pernambuco) Maurício Penna Neto, gerente de operações, e Esdras Santana, técnico de segurança do trabalho, abordaram questões sobre a dutovia da empresa e as substâncias diesel S10 e etanol. Na sequência, Débora Batista, coordenadora comercial da Compesa, e Davidson Ribeiro, técnico operacional da companhia falaram sobre a infraestrutura de dutos e riscos da Compesa. O encerramento das apresentações da manhã coube a Roney Ramirez, gerente de segurança, meio ambiente e saúde da Arlanxeo, com abordagem sobre a dutovia da empresa e o produto butadieno.

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À tarde, os pontos de operação e faixa de servidão da Decal foram a temática da apresentação do técnico de segurança Roberto Almeida. Para falar sobre a dutovia e substâncias químicas do terminal da Ultracargo, foi convidado o coordenador de operações César Lima. Já Pedro Silva, coordenador de segurança do trabalho, e Washington Silva, coordenador de manutenção da Pandenor, explanaram sobre a dutovia da empresa e os produtos gasolina tipo a e querosene de aviação. A Petrobras enviou os representantes Cristiana Louro e Décio Louro, técnicos de faixa de dutos master da Transpetro, para falarem sobre ações de terceiros, dutovia e Gás Natural Veicular (GNV), finalizando as apresentações do workshop.

Suape e Porto Social realizam Match Day com empresas do complexo industrial portuário

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O Cabo de Santo Agostinho foi a cidade escolhida pelo Complexo Industrial Portuário de Suape e pelo Porto Social para a realização do primeiro Match Day Social, nesta terça-feira (5/11), no Hotel Intercity Costa Dourada. O evento teve o objetivo de aproximar as indústrias do complexo dos projetos incubados pelo Porto Social. Dezenove iniciativas apresentaram ações socioambientais que podem ser desenvolvidas na região de Suape com apoio das empresas. A ação contou com a presença de representantes de 21 empreendimentos, além das secretarias de Desenvolvimento Econômico do Cabo e de Ipojuca.

Durante a abertura do evento foi realizado o painel "O valor sustentável do negócio", mediado pelo jornalista e consultor Renato Raposo, com participação do diretor de Planejamento e Gestão de Suape, Francisco Martins, do presidente do Porto Social, Fábio Silva, e do coordenador de Projetos de Eficiência Energética do grupo Neoenergia, Lucas Santos.

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"A ideia desse Match Day é unir gente de boa vontade, que tem sensibilidade com as causas sociais e entendem o valor do investimento social para seu negócio. O empresário que firmar parcerias vai encontrar projetos preparados e pessoas com uma visão de território. A área de atuação dessas iniciativas está dentro da área de influência do Complexo de Suape. Obviamente que, para nós, ter comunidades engajadas e inseridas dentro do contexto social cria um ambiente muito mais propício tanto para uma boa convivência quanto para realização de negócios", explicou Francisco Martins que representou o presidente de Suape, Leonardo Cerquinho.

Para Fábio Silva, todos os projetos incubados pelo Porto Social apresentam três características. "A primeira é paixão, pois são todos apaixonados pelo que fazem; a segunda é criatividade porque fazem coisas com muito baixo custo, e por último têm um alto poder de mobilização. Nossa instituição nasceu para apoiar o que a gente chama de ouros, que são esses projetos. Somos uma plataforma de soluções. A gente encuba, acelera, conecta pontas, e através dessas iniciativas acreditamos que podemos mudar os territórios", concluiu.

Já o coordenador do grupo Neoenergia encerrou o painel falando sobre o Energia com Cidadania, projeto desenvolvido em parceria com o Porto Social que leva eficiência energética, os conceitos do uso seguro e eficiente da energia para as comunidades de baixa renda. Na sequência, foram realizados os pitches (apresentação rápida de um produto ou negócio). À tarde, foram montadas salas para rodadas de conversas entre as indústrias instaladas em Suape e os representantes das iniciativas sociais. Os participantes aproveitaram o momento para detalhar as ações que podem ser aplicadas no território e nas comunidades consolidadas.

Entre as iniciativas apresentadas, projetos de geração de renda a partir do aproveitamento total dos alimentos; de planejamento e reforma de imóveis com preço acessível; de inclusão social a partir do esporte; de cultura e cidadania através da arte, música e esporte; de empoderamento feminino usando a fotografia; de reaproveitamento de resíduos e diminuição do lixo; de ensino musical a deficientes auditivos; de promoção da consciência ecológica e proteção do meio ambiente.

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Um dos projetos participantes foi o Angus das Artes, coordenado por Angélica Nobre, que ministra palestras e oficinas de conscientização ambiental nas comunidades do Recife e culinária sustentável, onde ensina as pessoas a minimizar a geração de lixo orgânico a partir do reaproveitamento de alimentos. "Também ensino a gerar renda porque elas podem tanto levar essas receitas para a vida delas diminuindo o custo com alimentos, reaproveitando, ou fazer comidas diferentes onde podem vender os produtos", disse.

Carlinhos Rua, pedagogo do Instituto Sons do Silêncio atende 150 crianças, jovens e adultos deficientes visuais e auditivos ou com autismo. O projeto funciona com sede no Recife e ensina o uso de instrumentos musicais, além de alfabetizar em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e em Braile, colaborando para a inserção social e desenvolvimento das pessoas. "Queremos apresentar para a sociedade uma pessoa com deficiência empoderada e acabar com aquela visão de coitadinho", explicou.

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Encerramento da Semana Compliance: palestras propõem reflexão sobre ética no ambiente corporativo

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Três dias de treinamento, palestras, aprendizado e muito debate. Esse foi o saldo da Semana Compliance, programação realizada pela Empresa Suape e encerrada na manhã desta sexta-feira (18/10), com o objetivo de trabalhar junto aos colaboradores as políticas do Programa de Integridade da Empresa Suape. Os convidados do último dia foram Margarida Smitch, Compliance Officer da Odebrecht Engenharia e Construção; Sandra Vespasiano, especialista em compliance e gestão de risco, e Álvaro Pinheiro, coordenador de sistemas da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco.

"O compliance é o setor onde o colaborador deve encontrar acolhimento. É preciso deixar claro se determinada postura pode ou não ser adotada, mas devemos sempre aproximar as pessoas". A afirmação foi da palestrante Margarida Smitch, que reforçou a importância do setor para o clima organizacional das instituições. "Hoje, já se entende que todos os colaboradores da empresa possuem responsabilidades e não apenas os líderes, fortalecendo assim o conceito de cidadania corporativa", reforçou.

A compliance officer também detalhou os desafios vivenciados na companhia. "Meu grande desafio foi convencer os líderes de que o compliance não é detrator de deficiências e sim uma área de prevenção de riscos e proteção da companhia. É como dirigir numa estrada com neblina, chuva e curvas em um carro alemão que acabou de sair da revisão com tudo perfeito ou estar em um carro que você não sabe que horas o pneu vai furar. Quanto melhor a sua estrutura de gestão de risco, melhor a condução do processo", defendeu.

Sandra Vespasiano, especialista em compliance e gestão de risco do Centro de Formação Corporativa dos Servidores do Estado de Pernambuco (Cefospe), trouxe a visão da consciência ética para o encontro. "Precisamos ter um equilíbrio entre hierarquia e autoridade, competência técnica e decisão política. É preciso mudar comportamentos e fazer refletir sobre a importância de seguir as regras para ter o mundo dos negócios com ética", concluiu.

Inteligência Artificial

A Inteligência artificial e as resoluções de problemas nas organizações com foco no compliance foi o tema trazido pelo coordenador de sistemas da PGE, Álvaro Pinheiro. "A inteligência artificial é um caminho sem volta. Áreas que lidam com um grande volume de leis e regulamentos dependem muito da capacidade dos seus times de se manterem em constante processo de aprendizado para se adequar às novas regras. A inteligência cognitiva de novas plataformas de computação pode ajudar nesse sentido", disse.

Segundo Álvaro, a tecnologia é capaz de facilitar o trabalho das equipes e tem potencial para tornar ainda mais estratégica a operação das áreas, principalmente a jurídica e o compliance. "Com o suporte dessa nova tecnologia de computação cognitiva, as áreas de compliance ou controles internos, poderão acessar e revisar um volume exponencial de documentos com precisão e velocidade incríveis", pontuou.

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