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Suape renova certificações por excelência e se habilita a outras três

Nova auditoria externa na estatal portuária deve ocorrer no início do próximo ano

 

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O Complexo Industrial Portuário de Suape recebeu a ratificação das certificações ISO 14.001:2015, no Viveiro Florestal da estatal pelos benefícios ambientais decorrentes da produção de mudas nativas da Mata Atlântica; NBR 16.001:2012, pela responsabilidade social com a comunidade anexa ao viveiro e ampliada para todo o território do complexo; e ISO 9.001:2015, pela qualidade na gestão da movimentação portuária e das empresas privadas que atuam no atracadouro.

Agora, a estatal se credencia a mais três novas certificações, cujas análises deverão ocorrer no início do ano que vem: ISO 37301 (gestão de compliance); ISO 45001 (segurança e saúde ocupacional) e ISO 14001 (desta vez, ampliada para todo o complexo). As outras três certificações foram ratificadas na semana passada.

 

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“A busca pelas certificações vem com o intuito de reafirmar o compromisso que a empresa Suape tem com a entrega de produtos e serviços nos escopos de gestão portuária, responsabilidade socioambiental e gestão empresarial, produzidos com base na ética, na responsabilização, transparência e respeito aos direitos humanos. Tudo isso em conformidade com os requisitos legais, qualidade e anseios das partes relacionadas, buscando a perenidade e sustentabilidade dos negócios, do meio ambiente e da sociedade. Estamos muito felizes com as entregas de 2022”, afirmou a coordenadora de Certificações da estatal, Rafaella Viana.

 

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Com a adesão ao Sistema de Gestão Integrada (SGI), a empresa tem o propósito de aumentar o nível de organização interna, ampliar a competitividade no mercado, facilitar o controle da administração e oferecer melhoria contínua, corrigindo erros, reduzindo custos e processos ineficientes. “As certificações são o caminho das organizações que planejam crescimento, pois atestam a qualidade e o desempenho das empresas frente aos clientes e stakeholders no país e no exterior”, afirmou o diretor-presidente de Suape, Francisco Martins.

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“Gostaria de parabenizar a todos os colaboradores de Suape pelo trabalho na manutenção e melhoria do SGI da empresa, em conformidade com as normas ISO 9001, 14001 e NBR-16001. É uma enorme satisfação e orgulho da equipe da ACT Cert de ser a certificadora que está tendo a honra de testemunhar este trabalho”, ressaltou Luiz Roberto Rodrigues, auditor líder da empresa contratada para realizar a auditoria interna.

Governo de Pernambuco anuncia instalação de terminal de gás em Suape no valor de R$ 2 bilhões

O novo Terminal Regás será explorado pela holding brasileira OnCorp, em parceria com a multinacional Shell. A iniciativa dará maior competitividade comercial ao Estado. Parte das operações já começa na próxima semana

 

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O governador Paulo Câmara anunciou, nesta sexta-feira (16.12), durante solenidade no Palácio do Campo das Princesas, a instalação de um Terminal de Regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL), no Porto de Suape. Com investimentos de R$ 2 bilhões, a iniciativa vai gerar 240 empregos durante a operação do empreendimento, mais conhecido como Regás. A holding brasileira OnCorp, presente nos mercados do Brasil e da Argentina, cuja atuação está voltada para o setor de produção e serviços de geração de energia, foi a vencedora do processo de seleção e arrendou o Cais de Múltiplos Usos (CMU), que passará a funcionar, exclusivamente, para esse tipo de operação.

A operação do terminal contará com a participação da Shell, multinacional do setor de óleo e gás. Uma das primeiras companhias a receber o gás da Shell, via Terminal de Regás, será a Termopernambuco, termoelétrica de 498 MW, vencedora de Leilão de Reserva de Capacidade de 2021.O CMU está localizado na área do porto organizado. Ao longo das obras de instalação, serão criados centenas de empregos temporários.

“Esse novo terminal vai possibilitar que o gás chegue a mais regiões do Estado, realizando um incremento na produção. São quase 11 milhões de metros cúbicos que poderão ser disponibilizados, por dia, na nossa rede. Isso vai possibilitar expansões de negócio de energia, podendo chegar na região do Sertão do Araripe, onde temos o maior polo gesseiro do Brasil”, enfatizou Paulo Câmara.

 

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Para o diretor-presidente de Suape, Francisco Martins, o Regás dará maior competitividade comercial a Pernambuco, garantindo mais opções às indústrias e outros setores da cadeia produtiva. “Com o novo empreendimento, teremos um player privado fazendo a regaseificação em Suape e oferecendo o produto para o mercado, trazendo economia nos custos de produção e, consequentemente, redução de preços para os consumidores”, afirmou Francisco Martins.

De acordo com o diretor-executivo da OnCorp, João Mattos, a posição geográfica do Porto foi um grande definidor para a instalação do Terminal em Pernambuco. “Para você conseguir, a partir de Pernambuco, fornecer para outros estados do Nordeste se torna um atrativo muito interessante. Outro fator importante é a vocação do Porto de Suape, que tem um grande polo industrial dentro da própria planta, onde você não encontra isso com facilidade em outros portos brasileiros”, complementou João Mattos.

 

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Com o Regás, o Complexo Industrial do Porto de Suape encerra 2022 com o anúncio de uma série de grandes empreendimentos estratégicos confirmados para Pernambuco durante a gestão do governador Paulo Câmara, prevendo um total de R$ 44,1 bilhões de investimentos até 2027, que deverão gerar cerca de 25 mil novos postos de trabalho.

A operação funcionará por meio de um navio indústria conhecido como Floating Ship Regaseification Unit (FSRU), que ficará ancorado no Cais de Múltiplos Usos. A transformação do gás natural liquefeito (GNL) na forma gasosa será realizada pelo navio estacionário, conectado por gasodutos à Estação de Transferência de Custódia (ETC), para posterior distribuição pela rede que liga o porto às cidades do Grande Recife, interior do Estado e demais Estados.

A área arrendada para uso do terminal é de 33.375 metros quadrados e o Porto de Suape será remunerada pela cessão da área do CMU no valor global de R$ 6,2 milhões para um período de 48 meses de contrato. O montante equivale a R$ 131,1 mil por mês. Além do valor do arrendamento, o investimento engloba os custos com o sistema de recepção aquaviária, infraestrutura de cais e amarração, gasoduto e a estação de transferência de custódia. As operações sem o FSRU começam na próxima semana e com o FSRU, nos próximos 12 meses.

Também participaram da solenidade os secretários estaduais José Neto (Casa Civil) e Fernando Jucá (Ciência, Tecnologia e Inovação), os diretores-presidentes da Adepe, Roberto Abreu; e da Copergás, André Campos; o diretor de relações institucionais e governamentais da Neoenergia, João Paulo Rodrigues; e o acionista e fundador da OnCorp, Brian Ray Brewer.

ONCORP

A OnCorp é uma holding brasileira atuante nos mercados do Brasil e da Argentina, principalmente no setor de produção e serviços de geração de energia termoelétrica independente, com atuação nos sistemas interligado e isolado do país, com sua própria linha de grupos geradores, desenvolvidos por sua subsidiária, a OnPower. Desde 2002, as empresas voltadas ao setor energético que compõem a OnCorp contribuem em cinco grandes projetos do Sistema Interligado de Energia Nacional, através da geração de mais de 455.040 MW/mês, distribuídos pelo território brasileiro pela ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

Precursora e atenta às alternâncias de paradigmas propostos ao mercado de geração de energia termoelétrica, a OnCorp está em pleno desenvolvimento de projetos voltados a leilões nacionais de energia, baseados em grupo geradores movidos a gás natural. Recentemente, começou a implantar os primeiros projetos híbridos do Brasil, no sistema isolado, com térmicas que utilizam baterias e energia fotovoltaica, tendo obtido a primeira certificação de “selo verde” na Nint (empresa de consultoria e avaliação ESG), para um projeto de geração de energia no país. Em Pernambuco, a holding já conta com uma planta fotovoltaica de 2.5MWp de potência, no âmbito da geração distribuída, no munícipio de Ribeirão, na Zona da Mata Sul do Estado.

FUTURO PROMISSOR

Com o Regás, o Complexo Industrial do Porto de Suape encerra 2022 com o anúncio de uma série de grandes empreendimentos estratégicos confirmados para Pernambuco durante a gestão do governador Paulo Câmara, prevendo um total de R$ 44,1 bilhões de investimentos até 2027, que deverão gerar cerca de 25 mil novos postos de trabalho. Entre os empreendimentos, estão a Planta de Produção de Hidrogênio Verde da Qair Brasil (R$ 22,5 bilhões e 2.900 empregos), o novo Terminal de Contêineres da APM Terminals-Moller-Maersk (R$ 2,5 bilhões e 1.600 empregos), a nova fábrica da Blau Farmacêutica (R$ 1,5 bilhão e 1.400 empregos) e o Terminal de Granéis Sólidos Minerais de Suape da Bemisa (R$ 1,5 bilhão e 3 mil empregos).

 

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A ampliação da Refinaria Abreu e Lima (R$ 5 bilhões e 12 mil empregos), a construção da Ferrovia do Sertão, que ligará Suape às jazidas de ferro de Curral Novo, no Piauí, numa extensão de 717 quilômetros (R$ 6 bilhões e 2 mil empregos) são outros grandes empreendimentos que vão fortalecer a economia pernambucana, nos próximos anos. Atualmente, 229 empresas estão instaladas no Complexo de Suape e adjacências, gerando cerca de 24 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

AUTONOMIA

Outra conquista do atual governo foi a retomada da administração do Porto de Suape, em outubro deste ano. Com isso, Suape readquiriu a competência para a condução de estudos, elaboração de editais, realização dos procedimentos licitatórios e a celebração dos contratos relativos aos arrendamentos portuários com mais agilidade e menos burocracia. O complexo também passou a ser responsável pela aprovação das expansões e adensamento de áreas, além de prorrogações antecipadas de contratos em vigência e reequilíbrios contratuais.

Porto de Suape realiza Simulado Anual do PEI

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O Porto de Suape realizou, na manhã de terça-feira (6/12), o Simulado Anual do Plano de Emergência Individual (PEI). Na ocasião, foi testado o cenário de derramamento de 116,5 metros cúbicos de óleos diversos, decorrente de um acidente de navegação envolvendo naufrágio de rebocador, causando poluição marinha.

“Utilizamos uma das 76 situações previstas em nosso PEI para testarmos nossas equipes de resposta e constatarmos como está a atuação dos envolvidos num possível acidente real. É o momento no qual podemos errar e fazer os ajustes necessários”, explicou Paulo Teixeira, coordenador de Gestão Ambiental Portuária.

 

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Na ação, foi utilizada uma embarcação com recolhedor de óleo e dois barcos de apoio, uma bomba de transferência, um tanque flutuante, 300 metros de barreiras absorventes, 300 mantas absorventes e 350 metros de barreiras de contenção portuária; um kit de resgate de fauna oleada, entre outros materiais.

 

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Participaram, diretamente, 17 colaboradores, e, como convidados, representantes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, do Ibama, da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado, da Agência Estadual de Meio Ambiente, da Defesa Civil do Cabo e da Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano de Ipojuca.

 

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Para o serviço de prontidão ambiental do Porto de Suape, uma empresa contratada atende 24h/dia, 365 dias/ano e dispõe dos recursos materiais e humanos para garantir a segurança e a proteção ambiental diante dos cenários que constam no PEI.

Tô na Feira é sucesso entre colaboradores da Refinaria Abreu e Lima

Projeto reúne agricultores e artesãos residentes em comunidades do território estratégico da estatal portuária

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Mais de mil colaboradores da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) puderam conhecer e comprar gêneros alimentícios cultivados por agricultores e produtos confeccionados por artesãos da região, nesta segunda-feira (12), no Tô na Feira, projeto do Porto de Suape que tem por objetivo fomentar o empreendedorismo local e melhorar a qualidade de vida de famílias que vivem nas comunidades do território estratégico do atracadouro. Esta é a segunda vez que a Rnest recebe o projeto. A primeira aconteceu em setembro deste ano e foi sucesso. 

Dezessete produtores que comercializam artesanato, cosméticos, frutas, hortaliças, doces, geleias, pães, bolos e diversos outros produtos participaram do Tô na Feira. "Esse projeto é maravilhoso, um sonho para nós. Ficamos ansiosos à espera de dias como o de hoje", afirmou a artesã Lindinalva Barbosa Rosa, 75 anos.  

 
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A ação é muito bem-vinda entre os colaboradores da Rnest. "A iniciativa é muito interessante, porque, dessa forma, a gente tem acesso a produtos de qualidade e também ajuda os moradores da região", ressaltou Rodrigo Jorge Barreto, colaborador da refinaria. 

 
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O Tô na Feira nasceu da necessidade de fortalecer a relação do complexo com os moradores locais e desenvolver a sustentabilidade ambiental e social dos residentes em comunidades do território da estatal. O projeto, que existe há seis anos, acontece no hall do edifício-sede do atracadouro para colaboradores da estatal e empresas do complexo. 

 
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Os participantes do programa também contam com um ponto fixo disponibilizado por Suape, a Agroloja Nossa Feirinha, localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, no Centro do Cabo de Santo Agostinho.  A loja funciona de segunda ao sábado, das 8h às 14h, e entrou em funcionamento a pedido dos trabalhadores, que necessitavam de um local fixo para comercializar os produtos com conforto e segurança. 

Plano Diretor de Suape 2030 entra na fase final de revisão e atualização

A última oficina participativa do projeto vai revelar os aprimoramentos e ajustes finais para o novo masterplan do Complexo Industrial Portuário

 

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Após onze meses do início dos estudos e debates com os agentes atuantes (stakeholders) em seu território estratégico, o Complexo Industrial Portuário de Suape realiza, nesta quarta (7) e quinta-feira (8),  a última oficina participativa para revisão do Plano Diretor 2030. O encontro acontecerá no auditório do centro administrativo do atracadouro, ocasião em que serão apresentadas e debatidas as propostas desenvolvidas e consolidadas, além de ouvir as expectativas dos participantes para o futuro do complexo.

O  projeto, desenvolvido com o apoio do Consórcio TPF-Ceplan, consórcio vencedor da licitação para atualização do plano, apresenta um novo zoneamento e masterplan (ferramenta de planejamento físico-espacial do complexo), com propostas de ações desenvolvidas pelos eixos temáticos estudados.  No primeiro dia de oficina,  serão abordados o novo zoneamento desenvolvido e as propostas de ações relacionadas ao setor econômico, infraestrutura  (transporte, suprimento de utilidades e saneamento ambiental), e segurança do complexo. No dia 8, temas de gestão do patrimônio cultural, ambiental, aspectos habitacionais, sociais e de gestão territorial farão parte da programação.

 

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O cronograma inicial de trabalho de revisão estava programado para ser executado em 15 meses, mas com a colaboração dos principais stakeholders, (representantes do empresariado/setor de negócios, instituições atuantes no território, representações da sociedade civil e da administração de Suape) o plano foi finalizado quatro meses antes do previsto.

Para o diretor-presidente de Suape, Francisco Martins,  a participação dos agentes que atuam no território da estatal portuária foi essencial para o sucesso na definição de estratégias e ações para elaboração eficiente e participativa da revisão do masterplan. “ O Plano Diretor traz desafios e propostas que foram discutidas com as comunidades e os stakeholders que serão impactados diretamente pelo instrumento.  A colaboração deles foi fundamental para que o trabalho fosse realizado com êxito.  Por isso, nos comprometemos a considerar todas as contribuições feitas pelos participantes”, pontua.

 

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O documento foi baseado nos cenários e na visão de futuro encontrados durante a etapa de diagnóstico, com os ajustes produzidos nas oficinas participativas. “O projeto final traz aprimoramentos em questões sobre a aptidão urbana, a gestão territorial de uso e ocupação da área industrial, das zonas de preservação ecológica, além da definição de um masterplan com vistas a orientar a ocupação racional e sustentável do território do complexo. Tudo isso, considerando as principais variáveis econômicas, sociais e ambientais nas diversas escalas de planejamento (local, regional e nacional), e as previsões de investimentos de curto, médio e longo prazos”, enfatiza o coordenador de Planejamento e Urbanismo da estatal, Roberto Salomão.

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